Mundo

Mundo

Fechar
PUBLICIDADE

Mundo

Bombardeios no norte da Síria matam civis; aviões da Rússia participam da operação, diz ONG

Segundo as Nações Unidas, os ataques nas últimas semanas forçaram cerca de 300 mil pessoas a deixarem suas casas.

 
 -   /
/ /

Um ataque aéreo coordenado pelo governo de Bashar Al-Assad e com participação de aeronaves da Rússia deixou ao menos 25 mortos no norte da Síria nesta segunda-feira (10), informou o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).

De acordo com a ONG, houve quase 100 bombardeios nas províncias de Idlib e Aleppo. Só em Jabala, no sul de Idlib, ao menos 13 pessoas morreram. Além disso, a organização suspeita de que haja civis debaixo dos escombros.

Idlib, inclusive, é o último reduto onde há jihadistas na Síria. Por isso, o local tem sido alvo de bombardeios quase diários por parte de Al-Assad e da Rússia – que é aliada do regime sírio.

Os "capacetes brancos" publicaram no Twitter imagens e vídeos das operações de resgate nos escombros dos edifícios destruídos pelos ataques.

Violência na Síria

Funeral no domingo (9) para homenagear uma das vítimas dos sucessivos bombardeios no norte da Síria — Foto: Omar Haj Kadour/AFP Funeral no domingo (9) para homenagear uma das vítimas dos sucessivos bombardeios no norte da Síria — Foto: Omar Haj Kadour/AFP

Funeral no domingo (9) para homenagear uma das vítimas dos sucessivos bombardeios no norte da Síria — Foto: Omar Haj Kadour/AFP

Esta escalada de violência contra uma região em que vivem cerca de três milhões de pessoas deixou mais de 360 mortos desde o fim de abril, segundo o OSDH.

O cerco no norte da Síria continua dia após dia contra os civis em áreas nas quais existe um cordão de segurança pactuado em setembro do ano passado entre Rússia e Turquia (que apoia a oposição síria), mas que foi violado praticamente todos os dias desde então.

  • EUA suspeitam de novo ataque químico à Síria

Segundo as Nações Unidas, os ataques forçaram cerca de 300 mil pessoas a deixarem suas casas. Os bombardeios destruíram hospitais e armazéns, o que agravou a situação no local.

 

 

PUBLICIDADE

Curiosidades

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE