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Corpo de Bombeiros alerta para riscos de nadar na Orla de Belém

Belenenses ainda desconhecem perigos de nadar na orla da cidade. Um adolescente de 15 anos morreu no último domingo enquanto nadava no ponto turístico Ver-o-rio.

 

Nesta terça-feira (14) mergulhadores do Corpo de Bombeiros realizaram buscas por um homem de 30 anos que desapareceu na Baia de Guajará ao tentar resgatar uma sandália. O caso aconteceu na orla do Portal da Amazônia, ponto turístico no bairro do Jurunas, em Belém. No local não há sinalização indicando o perigo e as condições da maré dificultam os trabalhos de busca.

No último domingo (14) um outro caso foi registrado na Orla do Ver-o-Rio, quando um adolescente de 15 anos morreu afogado enquanto nadava na companhia de um amigo.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, fora os locais indicados para banho público, como as praias das ilhas de Mosqueiro e Outeiro, não é recomendável que se nade em vários trechos da Orla da capital paraense. Além de obstáculos como pedras e lixo, a correnteza forte é o principal motivo para preocupação.

"É uma orla muito perigosa, com muita correnteza e muito material no fundo. Redes ,linhas, cordas e ferro", detalha o capitão Marcos Scienza, comandante do Grupamento Marítimo Fluvial dos Bombeiros.

Ele explica ainda que ao cair dentro d'água, diante da correnteza o melhor é pedir ajuda. "Nosso rio tem uma correnteza muito intensa. E isso traz uma reação em cadeia: as pessoas tenta lutar contra a natureza. Às vezes a pessoa nunca se viu numa situação de risco. Não tem orientações básicas como manter flutuação até ser resgatada. Ela tenta retornar ao local onde saiu. Entra no cansaço, que, infelizmente, quase sempre resultaem afogamento e obito".

Para quem deseja tentar nadar em alguns trechos, a recomendação é cautela. "Se possível conversdar com pessoas que conhecem a área. Não se aventuar demais, não substimar a capacidade da natureza e seguir orientação do guarda vidas, dos bombeiros e, conforme o caso, da Capitania dos Portos. Na maioria das vezes é vísível que o lugar é perigoso", reforça o capitão dos Bombeiros.

Em nota, a Prefeitura de Belém disse que está fazendo um levantamento dos locais onde há a necessidade de alerta e, depois disso, vai providenciar a instalação ou recolocação de placas que foram furtadas ou depredadas.

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