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Homem matou duas mulheres e polícia procura corpos

 
Um homem de 48 anos foi preso nesta segunda-feira (13) suspeito de matar duas mulheres, que estavam desaparecidas desde 2013, em Cuiabá. A Polícia Civil informou que as vítimas eram namorada e ex-mulher de Adilson Pinto da Fonseca, suspeito dos crimes.

O corpo de uma delas foi localizado enterrado em uma cova de aproximadamente 1 metro de profundidade, no quintal da casa do suspeito, no Bairro Nova Conquista, em Cuiabá. O corpo de outra vítima é procurado no mesmo lugar. Ele foi preso em flagrante por ocultação de cadáver.

Depois que uma ossada foi encontrada, o suspeito confessou ter assassinado Talissa Oliveira Ormond, de 22 anos, e Benildes Batista de Almeida, de 40 anos, e informou onde teria enterrado a segunda vítima.

As buscas pelo corpo da outra vítima são feitas por equipes da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), Corpo de Bombeiros, que conta com um cão farejador, concessionária de água e esgoto da capital e um professor de Geologia da Universidade Federal de Mato Grosso.

Os corpos devem ser retirados e enviados ao Instituto Médico Legal (IML) da capital. Uma perícia deve apontar como as mulheres foram assassinadas. Também não há informação se os crimes têm relação entre si, já que as vítimas desapareceram em datas diferentes.

O desaparecimento de Talissa foi comunicado à polícia em 8 julho de 2013, quatro dias depois do sumiço.

Segundo a polícia, a mãe da vítima contou que ela tinha saído para trabalhar em uma empresa de telefonia e não mais deu notícias. Na empresa, a chefe da vítima informou à mãe que naquele dia ela tinha trabalhado o dia todo e quando saiu havia um rapaz moreno em uma motocicleta a espera dela. Mas ninguém a viu sair com ele. No dia seguinte, a vítima teria ligado na empresa pedindo socorro. Depois não deu mais notícias.

A segunda vítima Benildes desapareceu em 17 de dezembro de 2013. Ela morava da Espanha e tinha voltado ao Brasil, onde passou cinco meses com a família. A filha dela entrou em contato com a Polícia Federal, que não identificou que ela havia saído do Brasil. Ela era ex-mulher do suspeito.

 

 

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