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Comunidades de várzea ganham sistemas de captação e tratamento de água da chuva, em Santarém

Nesta segunda fase do projeto Cistena, 40 famílias serão contempladas com as obras em três comunidades.

 
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Quarenta famílias selecionadas pelo Projeto Cisterna, do Ministério do Desenvolvimento Social, serão beneficiadas com construções de banheiros, fossas e sistemas de captação e tratamento de água da chuva. As construções começaram pela comunidade ribeirinha Costa do Aritapera, região de várzea de Santarém, oeste do Pará. As obras estão em fase inicial.

Paralelamente às construções, os moradores da comunidade estão recebendo capacitações coordenadas por técnicos da Sociedade para a Pesquisa e Proteção do Meio Ambiente (Sapopema), por meio de cursos que ensinam como utilizar a tecnologia.

O primeiro encontro realizado no barracão da comunidade foi realizado em março e levou aos moradores informações sobre as regras do programa e como seria a fase de construção dos sistemas.

O presidente do Conselho regional do Aritapera, Aldo Macião, explicou que a comunidade optou pelo sorteio dentre as trinta famílias para selecionar as dez que se enquadram no perfil exigido pelo MDS. "Estou satisfeito porque elas precisam. Pelo menos parte da comunidade será beneficiada com o projeto", comemorou.

O sistema

O programa Cisterna faz parte da chamada pública do Ministério do Desenvolvimento Social, que em Santarém é gerido pelo Projeto Saúde e Alegria.

Na várzea, as obras são executadas pela Sapopema, e nesta segunda etapa prevê a construção de 10 unidades em Costa do Aritapera, 15 em Pixuna do Tapará e 15 em Santa Maria. A previsão é que os sistemas que incluem a construção de banheiros, captação e tratamento para água da chuva encerrem em um mês em Costa do Aritapera, após o período de diagnóstico e cursos de capacitação das famílias.

“É um sistema multiuso autônomo que é uma das tecnologias do MDS para captação de água de chuva para atendimento das famílias que estão vivendo numa situação de isolamento total enfrentando muita dificuldade para acessar água potável”, explicou o presidente da Sapopema Antônio José Bentes.


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