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Ex PM é julgado por tentativa de homicídio de advogado, em Belém

O réu foi excluído da Polícia Militar, em razão da acusação. Na época do crime, o policial passou por audiência de instrução onde foi reconhecido pela vítima. O advogado foi baleado na cabeça, braço, perna e em uma das mãos, chegando a perder dois de

 
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O ex policial militar João Renato Costa Carvalho é julgado na manhã desta segunda-feira (15), em Belém. Ele é acusado por tentar matar o advogado Luiz Augusto Pinheiro Cardoso, em 2013, na travessa Alferes Costa, no bairro da Pedreira.

A sessão é presidida pelo juiz Edmar Silva Pereira , da 1ª Vara do Júri de Belém, no Fórum Criminal. O atentado aconteceu quatro anos antes da vítima ser executada.

O réu foi excluído da corporação da Polícia Militar, em razão da acusação. Na época do crime, o policial passou por audiência de instrução onde foi reconhecido pela vítima. O advogado foi baleado na cabeça, braço, perna e em uma das mãos, chegando a perder dois dedos.

Durante a manhã, a delegada Marilene Pantoja, que que presidiu o inquérito, foi ouvida pelo júri, assim como o PM Adonaide Ferreira que apreendeu a motocicleta usada no crime pelo atirador.

Um amigo da vítima, que socorreu o advogado também prestou depoimento. O depoente Marcelo dos Santos é testemunha ocular do crime, mas disse não reconhecer o réu porque só teria visto o atirador de costas.

O irmão da vítima, que reconheceu o réu, não compareceu ao júri. O depoimento que ele prestou na fase de instrução do processo foi gravado e transmitido durante o julgamento.

Vítima executada

A vítima não morreu naquela ocasião, mas em agosto de 2017 foi morto em um outro atentado na avenida Bernardo Sayão, bairro do Jurunas. Segundo testemunhas, a vítima chegou em seu carro e estacionou próximo à casa do filho. Um carro se aproximou do veículo do advogado e começou a atirar. O carro da vítima era blindado.

No momento em que os criminosos param de atirar, o procurador aposentado saiu do carro armado para revidar o ataque. Outro carro parou atrás dele, dois homens desceram e efetuaram disparos. A vítima morreu com nove tiros no rosto. Outros policiais foram presos, acusados de participar da morte do advogado.


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