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Caminhoneiros enfrentam mais um dia de espera por balsas, após queda da ponte da Alça Viária

De acordo com a ARCON, número de veículos que saem pelos portos de Belém subiu de 700 para 7 mil por dia. Quem tenta chegar à capital também enfrenta filas.

 
 -   / - G1  / FolhaPA
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Mais de 24h esperando por balsas e longas filas. É o que caminhoneiros têm enfrentado desde que a terceira ponte da Alça Viária caiu sobre o Rio Moju no último sábado (6). Quilômetros de engarrafamentos nas vias próximas aos portos de Belém trazem preocupação com a segurança de motoristas e cargas, mas também com os impactos que essa demora trará ao abastecimento do Estado. Número de veículos na área saltou de 700 para mais de 7 mil, após o desabamento da ponte.

Nesta quarta-feira (10), as filas continuam grande e uma nona balsa se uniu as que reforçaram o transporte de veículos de passeio e de transporte de cargas nos portos de Belém. A balsa deve agilizar a saída da cidade e será usada para melhorar o fluxo de veículos de grande porte para fora da capital.

Desde o último sábado (6), equipes de órgãos de trânsito trabalham para evitar que as filas de automóveis que esperam para embarcam parem o trânsito na cidade. Mesmo assim, o tempo médio de espera para quem agora só pode ir em direção ao Nordeste do Pará de balsa pode chegar a oito horas.

Quilômetros de engarrafamentos desafiam motoristas após queda de ponte da alça viária

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