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Atentado deixa mortos no norte do Sinai egípcio

Jovem de cerca de 15 anos detonou o seu coletivo explosivo perto das forças de segurança. Estado Islâmico reivindicou a autoria do ataque que deixou sete mortos.

 

A explosão de uma bomba deixou quatro policiais e três civis mortos, nesta terça-feira (9), no norte do Sinai, no Egito. O grupo extremista Estado Islâmico reivindicou a autoria da ação, de acordo com a Reuters.

Um jovem de cerca de 15 anos detonou o seu coletivo explosivo perto das forças de segurança, provocando a morte de quatro policiais e três civis, de acordo com um comunicado do Ministério do Interior. Entre as vítimas, está um garoto de seis anos.

O Estado Islâmico identificou como Abu Hagar al-Masry. O Egito enfrenta uma multiplicação de ataques de grupos extremistas. Em 2018, o país lançou a campanha "Sinai 2018" para expulsar o grupo extremista da península e livrar o país do terrorismo.

Desde que o Exército derrubou o presidente islamista Mohamed Mursi, centenas de soldados e policiais morreram em ataques de grupos extremistas.

Os civis também costumam ser alvo de atentados, principalmente, os cristãos coptas ortodoxos. Em fevereiro de 2018, um ataque contra um ônibus com fiéis que iam a um mosteiro deixou sete mortos e 14 feridos.

Os templos coptas também são frequentemente visados por terroristas. Em abril de 2017, explosões em duas igrejas cristãs coptas deixaram ao menos 44 mortos e mais de 100 feridos. O primeiro alvo foi um templo em Tanta, a quinta maior cidade do país, seguido de um ataque em Alexandria, a segunda mais populosa cidade egípcia.

Em dezembro do mesmo ano, um homem armado invadiu uma igreja Mary Mina em Helwan, no sul do Cairo, deixando dez mortos.

 

 

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