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Buracos, mato e lama tomam conta da BR-155, no sul do Pará

Condições da BR-155 aumentam tempo de viagem no sul do Pará. Via que recebeu reparos há menos de seis meses e liga vários municípios do Sul do Pará. Rodovia é essencial para o transporte de carga e passageiros na região.

 
 -   / - G1  / FolhaPA
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Motoristas dizem que demoram o dobro do tempo previsto passa passar pela BR-155, via que cruza vários municípios do Sul do Pará. O trecho entre as cidade de Marabá e Redenção sofre os efeitos do tempo chuvoso, enquanto é o mato e a falta de sinalização que preocupam quem passa na área entre as cidades de Rio Maria e Pau d’Arco.

Geovani Dias é motorista de microonibus e diz que o tempo de viagem mudou drasticamente no local. “É um percursos só de 40 km de Eldorado até Xinguara e fazemos [o percursos] em três horas ou duas e cinquenta. Agora fazemos em quatro horas”.

Os caminhões que transportam a produção agrícola da região afirmam que em muitos trechos é preciso organização por parte dos motoristas porque só é possível passar um veículo de cada vez.

“Não tem estrada. Tem lugar que tem de parar o caminhão para o outro passar. Ninguém enxerga isso. Há seis meses que fizeram isso e tá tudo já esburacado”, fiz o caminhoneiro, Hermínio Carlos.

Na BR-155, no sul do Pará, motoristas precisam esperar sua vez para passar em alguns trechos da via. — Foto: Produção / TV Liberal Na BR-155, no sul do Pará, motoristas precisam esperar sua vez para passar em alguns trechos da via. — Foto: Produção / TV Liberal

Na BR-155, no sul do Pará, motoristas precisam esperar sua vez para passar em alguns trechos da via. — Foto: Produção / TV Liberal

Entre as cidades de Rio Maria e Pau D’Arco o asfalto da BR-155 está bem, mas é o mato nas margens da rodovia o desafio enfrentado pelos motoristas. “Tem placa, mas tá escondida pelo mato. Na curva, tem de prestar atenção ou se envolve em acidente toda hora”, revela o caminhoneiro, Geniovaldo Silva.

Waldez Mendes disse que teve de deixar o caminhão na beira da estrada e andar de carona mais de dez quilômetros para achar uma borracharia. E Eduardo Souza, o mecânico que o atendeu, fala que este tipo de situação é comum. “A estrada, eles arrumam, mas em pouco tempo tá danificada de novo. Nesse período de chuva, toda hora tá acontecendo isso ai”.

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) informou que está esperando relatório técnico das equipes da área da BR-155 e que se manifestará sobre o caso após receber as informações.


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