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Governo do PA diz que retificou decreto que nomeia ex-coordenador da Casa Civil para Grupo de Segurança de Barragens

Jardel Rodrigues da Silva foi exonerado após ter sido preso em fevereiro na operação Saldo Zero da Polícia Federal.

 
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O governo do Pará divulgou uma nota informando que já retificou a composição do Grupo de Trabalho (GT) de Segurança de Barragens, em edição extra do Diário Oficial do Estado nesta sexta-feira (8). Anteriormente, o grupo incluía Jardel Rodrigues da Silva, ex-coordenador da Casa Civil que foi exonerado após ter sido preso em fevereiro na operação Saldo Zero da Polícia Federal.

Segundo a nota, a composição do grupo, publicada anteriormente, havia sido montada no início do ano e contava com nomes que, posteriormente, deixaram de integrar o GT. Sem Jardel, dez pessoas devem participar da equipe de fiscalização de barragens no Pará.

Jardel Rodrigues de Souza — Foto: Reprodução Jardel Rodrigues de Souza — Foto: Reprodução

Jardel Rodrigues de Souza — Foto: Reprodução

De acordo com o Governo do Estado, o grupo deve analisar as condições de segurança das 91 barragens existentes no estado, além de estudar mecanismos de prevenção a desastres ambientais.

Em nota,o Governo do Pará informou que Jardel Rodrigues da Silva foi exonerado da Casa Civil da Governadoria no dia 28 de fevereiro e que a composição do Grupo de Trabalho (GT), publicada no Diário Oficial, era anterior à exoneração do servidor. O novo decreto, com composição atualizada do GT, seria publicado somente na segunda-feira (11).

Operação Saldo Zero

Liderada pela Polícia Federal, a operação Saldo Zero desarticulou uma associação criminosa que estaria atuando na Fundação de Apoio à Pesquisa, Extensão e Ensino em Ciências Agrárias (Funpea) e desviando recursos públicos federais da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra). Ao todo a Polícia confirmou o desvio de R$ 23,5 milhões.

Além de Jardel Rodrigues da Silva, outras seis pessoas foram presas na operação. Segundo promotor de justiça do Ministério Público do Pará (MPPA) Sávio Brabo, no período de 2014 a 2018, Jardel atuou como diretor da Funpea, onde era responsável pelas implantações dos projetos de políticas públicas e serviços públicos que nunca foram executados.

“Além dele ser diretor (na época), também foi constatado que ele era sócio de fornecedores da Funpea. Então essa é uma relação promíscua que ocasionou desvio do recurso público, que atualmente foi apurado em torno de R$ 23,5 milhões”, afirmou o promotor do MPPA.

 

 

 

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