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Prefeitura cria dificuldades para emitir alvará para a construção de posto de combustíveis; Grave denúncia de extorsão é registrada

 
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Uma grave denúncia de extorsão está sendo investigada pelo Ministério Público, onde aponta que um empresário está enfrentando várias dificuldades para conseguir abrir um posto de combustíveis na Estrada Rosália Km 03, quadra dois, lote seis, residencial Buritis, em Sinop.

Segundo a reportagem do Lapada Lapada, a vítima apontou que o Núcleo de Desenvolvimento Urbano de Sinop (Prodeurbs), está tentando de toda forma impedir a instalação desse estabelecimento naquela localidade.

O documento proferido pela Prodeurbs com a data de vinte e oito de março de 2018, e com a assinatura do diretor Paulo Abreu contém a seguinte afirmação: "Deferi o pedido de viabilidade para a instalação do posto de combustível".

O empresário relata que a partir desse pedido passou a enfrentar momentos de angustia e pressão para abrir seu estabelecimento, onde com as dificuldades criadas pela prefeitura abriu caminho para pedidos de dinheiro e chantagens.

A vítima aponta ainda que quase um ano depois a prefeitura municipal de Sinop não emitiu ainda o alvará da construção, na verdade não apresentou nenhuma resposta, nem positiva, nem negativa.

Por conta dessa demora, o empresário entrou na justiça pedindo a Justiça a autorização para realizar o empreendimento já que o mesmo já gastou uma grande quantidade em dinheiro. O juiz aceitou o caso, porém ao ler as razões expostas pela prefeitura o empresário disse a reportagem do Lapada Lapada ter ficado incrédulo.

Porém as dificuldades enfrentadas não param por aí, segundo consta na denúncia, o protocolo feito no Prodeurbs acabou revogado e o empresário recebeu a visita de dois homens afirmando terem o direito de exploração de posto de combustível na região, e que ele não poderia fazer tal investimento ali.

Diante disso, a vítima procurou novamente o núcleo em busca de uma cópia do documento protocolado e recebeu um com data diferente. O empresário aponta que os dois homens teriam o procurado novamente pedindo "um acerto" para abrirem mão do "direito" e assim permitirem que ele abra o posto de combustível. O caso foi registrado no Ministério Público onde deve ser apurado as informações.


Da redação


 

 

 

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