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Grupo de Lima recomenda restrições às negociações com regime de Maduro

 
Representantes do Grupo de Lima (Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Honduras, Panamá, Paraguai e Peru), reunidos hoje (4), em Ottawa, no Canadá, divulgaram comunicado em que propõem a restrição de negócios e comércio com o governo do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e a comunidade internacional.

A declaração, no seu último parágrafo, faz o apelo. “[Os países] fazem um chamado aos membros da comunidade internacional para evitar que o regime Maduro realize transações financeiras e comerciais com o estrangeiro, que tenha acessoa aos ativos internacionais da Venezuela e que possa fazer negócios tanto em petróleo quanto em ouro e outros ativos.”

Novo integrante

A Venezuela sob comando de Guaidó passará a integrar o Grupo de Lima. O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Ernesto Araújo, usou sua conta pessoal no Twitter para comemorar a decisão.
 
“Grupo de Lima emite declaração apoiando o processo de transição democrática na Venezuela e contra ‘diálogos’ protelatórios. A Venezuela, com o Governo interino legítimo de Guaidó, passa a integrar o Grupo de Lima. Poderoso impulso rumo à redemocratização.” 

 

 

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