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Réplicas inéditas de artesanato tapajônico são produzidas em oficina com argila em Santarém

Ao todo foram confeccionadas 36 peças, entre vasos e apitos. Técnica usada de pintura antes da queimação engobe também foi inédita.

 
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Pintadas antes de irem para a queimação na técnica conhecida como engobe, 36 réplicas do artesanato tapajônico foram produzidas durante uma oficina com argila no Centro Cultural João Fona, em Santarém, no oeste do Pará. Os oito participantes fizeram 28 apitos e oito vasos globular zoomorfo.

A cada oficina as produções são diferenciadas. Nesta 5ª edição, que ocorreu na sexta-feira (11), a técnica engobe também foi inédita. O objetivo das oficinas é promover o aprendizado para futuras gerações, qualidade e fomento de renda, através da produção e técnica de artesanato em argila, réplicas da cerâmica tapajônica.

Participantes da oficina de artesanato tapajônico no Centro Cultural João Fona  — Foto: Ascom Semc/Divulgação Participantes da oficina de artesanato tapajônico no Centro Cultural João Fona  — Foto: Ascom Semc/Divulgação

Participantes da oficina de artesanato tapajônico no Centro Cultural João Fona — Foto: Ascom Semc/Divulgação

O ceramista e mestre no artesanato Elves de Sousa Costa ministrou e repassou aos participantes os conhecimentos de como manusear a argila e produzir as peças.

Para a participante Maria da Conceição Gomes, ter concluído a oficina com êxito foi reviver o passado familiar. "É a primeira vez que participo, é uma experiência incrível porque traz o resgate das produções de peças do Centro Cultural João Fona e me fez voltar ao passado da minha família, a minha avó e bisavó produziam essas peças, e isso me emociona", destacou.

Técnica engobe

O ceramista Elves de Sousa explicou sobre no que consiste o uso da técnica engobe. "Trata-se da técnica na qual após a modelagem das peças é feita a pintura. A tinta é natural e mineral. A usada aqui estão nas cores vermelho e amarelo. Mistura-se a areia com água e retira-se a pigmentação dela e depois misturamos com a argila e logo, pintamos as peças. A secagem dura entre 15 a 20 minutos", especificou.

Acadêmicos da Ufopa acompanham oficina de artesanato tapajônico no Centro Cultural João Fona — Foto: Ascom Semc/Divulgação Acadêmicos da Ufopa acompanham oficina de artesanato tapajônico no Centro Cultural João Fona — Foto: Ascom Semc/Divulgação

Acadêmicos da Ufopa acompanham oficina de artesanato tapajônico no Centro Cultural João Fona — Foto: Ascom Semc/Divulgação

A matéria-prima de pigmentação foi tirada do solo do lugar conhecido como Serra do Índio, na Grande Área do Santarenzinho, zona urbana de Santarém.

O resultado será exposto em data a ser definida e divulgada pela prefeitura. Antes da exposição e venda das peças, os participantes devem fazer o polimento (no uso de semente de Inajá e flanela) e a queimação em forno especifico, com duração de 8 horas na temperatura de 700º.

 

 

 

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