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Equador anuncia retirada de embaixador de Caracas na véspera de posse de Maduro

Presidente Lenín Moreno também disse que país não enviará representante para a solenidade desta quinta-feira. Em pronunciamento na TV, ele diz que Equador recebeu insultos gratuitos por ter abordado questões de direitos humanos.

 
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O presidente do Equador, Lenín Moreno, anunciou na noite desta quarta-feira (9) que o país está retirando seu embaixador de Caracas, um dia antes da posse de Nicolás Maduro em seu segundo mandato como presidente da Venezuela.

Em mensagem transmitida na TV, o presidente equatoriano afirmou que o país também não enviará representante para a posse de Maduro, nesta quinta.

"Por ter apontado objeções sobre questões de direitos humanos... recebemos insultos gratuitos feitos pela autoridade oficial (o vice-presidente venezuelana, Delcy Rodríguez), que nos obrigaram a retirar nosso embaixador em Caracas", disse Moreno. "E por tudo isso decidimos, como governo, que não enviaremos delegação oficial para posse em 10 de janeiro".

Até o momento, o único presidente a confirmar presença na posse de Maduro foi o da Bolívia, Evo Morales. A solenidade está marcada para o meio-dia (horário de Brasília) desta quinta-feira em Caracas.

Outros países da América Latina, integrantes do Grupo de Lima - entre eles o Brasil - não reconhecem a legitimidade do segundo mandato do presidente venezuelano. O Peru, inclusive, proibiu a entrada de Maduro, seus familiares e a cúpula de seu governo no país.

 

 

 

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