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Caso Harvey Weinstein: Julgamento de abuso sexual é marcado para maio

Produtor é acusado de praticar sexo oral à força em uma mulher em julho de 2006, e de estuprar outra em março de 2013

 

O destronado magnata da indústria cinematográfica Harvey Weinstein será julgado em 6 de maio por uma corte de Manhattan pela acusação de abuso sexual contra duas mulheres, segundo uma petição protocolada por seu advogado.

Weinstein é acusado de praticar sexo oral à força em uma mulher em julho de 2006, e de estuprar outra em março de 2013. Ele enfrenta cinco acusações, entre elas a de estupro, e pode ser condenado a prisão perpétua.

Mais de 70 mulheres, em sua maioria jovens atrizes e outras profissionais da indústria do cinema, acusaram Weinstein, de 66 anos, de ataques sexuais que remontam a décadas. O escândalo ajudou no surgimento do movimento #MeToo, no qual mulheres do entretenimento, da política e de outros ramos acusam homens em posições de poder de má conduta sexual.

Weinstein, que alegou ser inocente ao ser preso em maio, tem negado todas as acusações, afirmando que qualquer relação sexual que teve foi consensual.

O processo em Nova York, promovido pela promotoria do distrito de Manhattan, foi até hoje a única ação penal resultante das acusações contra ele.

O advogado de Weinstein, Benjamin Brafman, revelou a data do julgamento de seu cliente em uma petição na véspera em outro processo, aberto por um acusador não-identificado. A defesa tenta suspender este caso até que a ação penal seja julgada.

Escândalo em Hollywood

O escândalo envolvendo o nome de Weinstein abalou Hollywood desde que várias mulheres passaram a tornar públicos casos de assédio e violência sexual envolvendo nomes poderosos do cinema.

As primeiras acusações contra o produtor surgiram em uma reportagem de 5 de outubro, publicada pelo "The New York Times", sobre casos de abuso contra atrizes e outras mulheres.

O movimento deu origem à campanha Me Too, dedicada a combater crimes sexuais.

Além da polícia de Nova York, autoridades de Los Angeles e Londres abriram investigações contra Weinstein. Ele sempre alegou que as relações sexuais foram consentidas.


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