Cidades

Cidades

Fechar
PUBLICIDADE

Cidades

MPPA propõe estudo sobre decomposição de resíduos em aterro de Marituba

Representantes do MPPA e das prefeituras de Belém, Ananindeua e Marituba discutem situação do aterro sanitário, que anunciou suspender as atividades.

 
 -   head  meta charset 'utf-8 link rel 'preconnect' href 'https://cocoon.globo.com link rel 'dns-prefetch' href 'https://cocoon.globo.com link rel 'prec
head meta charset 'utf-8 link rel 'preconnect' href 'https://cocoon.globo.com link rel 'dns-prefetch' href 'https://cocoon.globo.com link rel 'prec

Representantes das prefeituras de Belém, Ananindeua e Marituba, que compõem a região metropolitana, estão reunidos na manhã desta terça-feria (8) na sede da promotoria de Justiça de Marituba para discutir a situação do aterro sanitário de Marituba, que pretende suspender as atividades em 2019. Além dos representantes, participam técnicos do Ministério Público do Pará (MPPA) e professores da Universidade Federal do Pará.

Segundo o MPPA, o objetivo da reunião é compor um grupo de trabalho que deve estudar a decomposição dos resíduos na área do aterro. Em novembro de 2018, a empresa Guamá Resíduos Sólidos, responsável pelo local, anunciou que não tinha condições técnicas de continuar recebendo o lixo das três cidades.

Protestos

Desde o fim das atividades dolixão do Aurá, em Ananindeua, muitos protestos marcaram a trajetória do novo aterro, em Marituba. Moradores do município interditaram a rodovia BR-316 diversas vezes. Em março de 2018, o mau cheiro, ocasionado pelo o acúmulo de chorume no local, fez com que várias pessoas acampassem no local para protestar. A comunidade exigia o fechamento do espaço.

Manifestantes fecharam a BR-316 em Marituba, na Grande Belém. — Foto: Reprodução / PRF Manifestantes fecharam a BR-316 em Marituba, na Grande Belém. — Foto: Reprodução / PRF

Manifestantes fecharam a BR-316 em Marituba, na Grande Belém. — Foto: Reprodução / PRF

Os manifestantes chegaram a bloquear o acesso de caminhões que faziam a coleta. Como resultado duas toneladas diárias de lixo domiciliar deixaram de ser recolhidas na Grande Belém.

Processo

Em agosto, o MPPA entrou com ações nas áreas civil e criminal contra as empresas responsáveis pelo gerenciamento do aterro, pedindo o ressarcimento à população de Marituba pelos crimes ambientais e a condenação das empresas com pagamentos de multas e prisão dos responsáveis.

Imagem aérea do aterro sanitário de Marituba — Foto: Reprodução/TV Liberal Imagem aérea do aterro sanitário de Marituba — Foto: Reprodução/TV Liberal

Imagem aérea do aterro sanitário de Marituba — Foto: Reprodução/TV Liberal

Em dezembro de 2017, três diretores da empresa foram presos durante uma operação do MPPA e da Polícia Civil, que investigava os crimes ambientais na área. Transcrições de conversas gravadas entre funcionários da empresa indicava a intenção de enganar a Semas sobre o tratamento do chorume excedente no aterro. Todos os presos já foram soltos.

 

 

 

PUBLICIDADE

Curiosidades

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE