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Menina de 3 anos entra em pânico ao ouvir voz de líder religioso acusado de estuprar crianças em Caiapônia

 
Conforme adiantado anteriormente pelo delegado responsável pela Operação Anjo da Guarda 2, Marlon Luz, o número de vítimas do líder da seita de Caiapônia, preso na sexta-feira (4/1), pode ser bem maior do que o de três crianças confirmadas até agora.

Na manhã de segunda-feira (7/1), uma menina de três anos prestou depoimento acompanhada de familiares na delegacia de Caiapônia, a 330 quilômetros de Goiânia. A menina teria sido a quarta vítima de abuso sexual praticado por Nilson Alves de Sousa, de 49 anos, líder da seita. Ela estava na casa da avó paterna e entrou em pânico ao ouvir a voz do homem em uma reportagem na TV.


Nilson foi preso na sexta-feira, juntamente com Noêmia Cândida de Jesus, de 42 anos, em um acampamento sem-terra às margens da GO-221, entre Caiapônia e Palestina de Goiás. As investigações apontaram que Nilson abusou sexualmente de duas crianças de 7 e 10 anos, e uma adolescente de 13, netas de Noêmia. A própria avó levava as crianças para serem submetidas aos estupros.

Segundo ele, a vítima de 13 anos e a mãe foram ouvidas no fim de semana. A menina relatou, entre outras coisas, que foi abusada por sete dias seguidos, na frente de outra criança mais nova.

Delegado responsável pelo caso, Marlon Souza Luz, afirma que com a prisão, novas vítimas devem procurar a delegacia do município para registrar as denúncias.

A garota é a quarta possível vítima identificada até o momento, mas o delegado acredita que novos casos devem aparecer. “Acreditamos que muitas pessoas possam ter sido vítimas de Nilson e que além de acreditar, temem suas ações. Muitos dos frequentadores do local possuem alto poder aquisitivo e muitas vezes isso causa vergonha ainda maior. Sabemos que alguns pagavam em dinheiro e também trocavam favores. Quem tiver alguma denúncia precisa procurar a delegacia de Caiapônia”, completa Marlon, em entrevista a um jornal local.

De acordo com a polícia, a criança, irmã de outras duas vítimas, estaria na casa da avó paterna quando viu reportagem sobre a ação policial e ficou apavorada ao ouvir a voz do investigado. Na sequência, a avó veio a descobrir, por relatos da própria criança, que o investigado teria praticado masturbação na menina.

 

 

 

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