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Motoristas de ambulância fazem protesto em Paris

Ao menos 100 veículos com as sirenes ligadas bloquearam o acesso à Assembleia Nacional em protesto contra mudanças nas regras do transporte médico.

 
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Motoristas de ambulância fizeram um protesto contra a reforma do financiamento de transportes médicos nesta segunda-feira (3) em Paris. Ao menos 100 veículos, com as sirenes ligadas, ficaram parados em uma ponte que fica em frente à Assembleia Nacional.

A organização afirma ter mobilizado entre 350 e 400 manifestantes, de acordo com o jornal “Le Monde”.

Os manifestantes se opõem à entrada em vigor, em 1º de outubro, do artigo 80 do projeto de orçamento da Segurança Social 2017. A partir de então, hospitais e clínicas passaram a escolher suas ambulâncias por concurso, e não mais os pacientes, e começaram a assumir o custo diretamente. Para os manifestantes, as pequenas e médias empresas do setor são as mais prejudicadas.

Esse não é o primeiro protesto da categoria. Em 5 de novembro, entre 700 e 1,2 mil ambulâncias fecharam o “Périphérique parien” por cerca de 36 horas, provocando centenas de quilômetros de congestionamentos.

Motoristas de ambulâncias aderem à manifestação contra aumento dos combustíveis em Paris

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'Coletes amarelos'

No sábado (1º), manifestantes se reuniram em Paris para protestar contra novos impostos sobre os combustíveis e a queda no poder aquisitivo dos franceses. O protesto dos chamados "coletes amarelos", na avenida Champs-Élysées, terminou com 130 feridos e mais de 400 detidos, segundo balanço da Associated Press.

Parte dos coletes-amarelos forçou o bloqueio montado pelas forças de segurança para controlar o acesso à avenida. Eles colocaram fogo em barricadas e cestos de lixo.

A polícia usou bombas de gás lacrimogêneo e jatos d'água para dispersar os manifestantes, que responderam jogando pedras e tinta amarela nos policiais.

Imagens de TV e vídeos na internet mostram encapuzados invadirem o Arco do Triunfo e atacarem o monumento pichando frases como "os coletes amarelos triunfarão" e "Macron renuncie”. O pequeno museu localizado no Arco do Triunfo foi saqueado.

Nesta manhã, o primeiro-ministro francês, Édouard Philippe, iniciou uma rodada de reuniões para receber os responsáveis dos partidos políticos e buscar uma saída para a crise envolvendo os "coletes amarelos", que continuam os protestos e bloqueios em diferentes pontos do país.

 

 

 

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