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POLÍTICA

Botelho alega redução de gastos e propõe cortar adicional por tempo de serviço na AL/MT

 
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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL/MT), Eduardo Botelho (DEM), protocolou na Casa um Projeto de Lei que propõe o fim de adicional por tempo de serviço para servidores do Legislativo. A proposta é alvo de críticas do funcionalismo da AL/MT e vem causando polêmica.

De acordo com a proposta, o projeto acrescenta um novo artigo à Lei nº 7.860, que concedeu reforma administrativa na Assembleia em 2002, vedando a concessão de adicional por tempo de serviço que estava previsto na referida Lei. No projeto, Botelho justifica que a medida é necessária para contenção de gastos com pessoal.

“O presente Projeto de Lei tem por objetivo vedar a concessão de adicional por tempo de serviço dos servidores públicos da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso, diminuindo o impacto financeiro nos cofres da instituição e garantindo maior isonomia com os demais servidores públicos do Estado”, diz trecho extraído da justificativa do projeto.

Representantes dos Servidores Concursados da Assembleia Legislativa afirmaram, em nota, que a proposta de lei não traz dados contábeis do impacto que o corte do benefício irá gerar aos cofres públicos e que ela “se limita a suprimir um direito de um pequeno grupo de servidores que estão há mais de 15 anos com o mesmo Plano de Carreira.

“O estudo que nós servidores fizemos estima em R$ 200 mil o impacto do ATS em um ano, o equivalente a VI de três deputados em 1 mês. Uma pequena economia de combustível já compensaria esse valor. Nós servidores de carreira da AL não podemos ser responsabilizados pelos gastos exacerbados do Poder Legislativo, uma vez que representamos menos de 35% do total de servidores da Casa em que há mais de 1200 servidores comissionados”, diz trecho da nota


VG Notícias

 

 

 

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