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Perfuga sai do âmbito da Câmara Municipal e investiga suspeitas de corrupção em outros órgãos

Segundo o promotor Bruno Fernandes, investigações ainda estão muito longe do fim.

 
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Um ano e dois meses após a deflagração da Operação Perfuga, que prendeu em 7 de agosto de 2017, o então vereador Reginaldo Campos, investigados pelos crimes de corrupção, peculato e associação criminosa, durante os anos de 2015 e 2016, quando exerceu o cargo de presidente da Câmara Municipal de Santarém, oeste do Pará, as investigações que já haviam alcançado a Prefeitura e secretarias municipais de Belterra, avançam para outros órgãos.

Segundo o promotor Bruno Fernandes, da equipe da Perfuga, o que foi observado, conforme foi descrito pelo promotor Rodrigo Aquino no 1º ano da operação, é que a corrupção se mostrou sistêmica, pois não se concentrava só na Câmara Municipal de Santarém. “Ela (corrupção) se espalhou para outros locais e isso está sendo analisado. Há outros órgãos que estão sob investigação do Ministério Público e ao fim dessas investigações podemos tomar medidas de busca e apreensão ou de ações que venham gerar penalizações, se assim for a conclusão dessas apurações”, informou.

Bruno Fernandes explicou ainda que o critério de sigilo em relação às investigações continua o mesmo. Existem ainda alguns trechos das colaborações premiadas a serem observados, e investigações a serem realizadas em razão da colaboração premiada não ser por si só prova. Há necessidade de confirmação.

Os desdobramentos da operação com novas fases da Perfuga geraram novos procedimentos a serem investigados. “A Perfuga continua ainda muito distante do seu fim. Em razão dessa situação é que o Ministério Público continua sim realizando investigações com fatos e provas que são apresentados pelos canais de comunicação criados pelo MP, as notícias veiculadas e os comentários realizados pelas pessoas nos blogs e sites de jornalismo", explicou Bruno Fernandes.

O promotor disse ainda que, o MP tem investigado todas as informações relacionadas à corrupção em órgãos públicos, inclusive aquelas que os promotores tomam conhecimento por meio oda imprensa. "Todos os meios de comunicação em que a gente tem oportunidade de colher as informações que são visíveis para fins de investigações no âmbito da Perfuga estão sendo acessados. As informações são colhidas e processadas aos seu tempo”, finalizou.

FASES DA OPERAÇÃO PERFUGA

  • 'Perfuga'

  • 'O legado'

  • 'Farra dos Combustíveis I e II'

  • 'Antepassado'

  • 'Placitum'

  • 'Irmandade'

  • 'Ave de Rapina'

  • 'Carros Fantasmas'

  • 'Xeque-Mate'

 

 

 

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