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Semma intensifica ações de combate à poluição sonora no centro comercial de Santarém

No centro comercial de Santarém, há uma série de lojas onde há caixas de som com volume acima do permitido pela lei, que incomodam os consumidores.

 
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A Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma) de Santarém, no oeste do Pará, está intensificando as ações de combate à poluição sonora, com orientações, principalmente, no centro comercial da cidade. Lá, o alto volume de caixas de som em várias lojas ao mesmo tempo incomoda e confunde quem está passando, o que já acarretou várias denúncias junto à Semma.

Em 2018, já foram apreendidos mais de 100 equipamentos sonoros de vários modelos em Santarém. Entre eles, sons automotivos e caixas usadas em estabelecimentos comerciais. O barulho das caixas no Centro é associado á locução de ofertas e promoções, mas ao invés de atrair clientes, o excesso de volume pode incomodar.

Por isso, estão sendo feitas orientações para os proprietários de lojas para que eles respeitem o limite de decibéis, que é de até 55.

“Foram mapeados 33 pontos no centro comercial considerados críticos de poluição sonora. A nossa equipe de educação ambiental foi de porta em porta orientando para que haja respeito à Lei de Crime Ambientais e respeito ao consumidor”, informou a secretária de Meio ambiente, Vânia Portela.

A recomendação é que as caixas fiquem para dentro das lojas, para não atrapalhar a mobilidade das pessoas e em volume ambiente. Em caso de crime ambiental, quando o som ultrapassa o limite, o responsável pode pegar multa e ter o equipamento apreendido.

“O valor mínimo da multa de crime de poluição sonora é de R$ 1.250,00, e dependendo da infração ela vai até R$ 245.000,00 como prevê o código ambiental, além de responder criminalmente e ter o equipamento sonoro apreendido”, explicou Vânia.

De janeiro até o dia 10 de outubro, a Semma recebeu 157 denúncias relacionadas a som alto. Vânia Portela ressalta que a lei precisa ser respeitada para não interferir, inclusive, na saúde da população.

“O órgão ambiental se coloca a disposição para fazer a medição da altura do volume do som. Sabemos que é uma ferramenta que eles usam para atrair o consumidor, no entanto, há um problema que é o crime ambiental e um problema de saúde pública, decorrente da poluição sonora”, destaca.

O som alto causa estresse, dor de cabeça e, com a exposição prolongada ao barulho, a pessoa pode ter pressão alta, dificuldade de concentração, efeitos negativos para o sistema auditivo, entre outros problemas. A poluição sonora pode produzir danos, tanto fisiológicos como psicológicos às pessoas.

 

 

 

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