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EUA condenam '''envolvimento''' do governo da Venezuela na morte de opositor

MP venezuelano diz que ele se jogou do 10º andar de prédio do serviço de inteligência. Oposição contesta.

 
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Os Estados Unidos condenaram nesta quarta-feira (10) o que descreveu como a "envolvimento" do governo da Venezuela na morte de um político da oposição.

Fernando Albán Salazar, vereador da cidade de Libertador, do partido de oposição Primero Justicia, morreu enquanto estava preso. Segundo o governo venezuelano, ele se atirou do prédio do Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional (Sebin) em Caracas, quando seria transferido para um tribunal. Seus partidários afirmam, no entanto, que foi um assassinato "nas mãos do regime".

"Os Estados Unidos condenam o envolvimento do regime de (Nicolás) Maduro na morte do vereador venezuelano de oposição Fernando Albán", afirmou a Casa Branca.

Nesta terça-feira, o Itamaraty, o Alto Comissariado de Direitos Humanos da ONU e a União Europeia pediram uma investigação sobre as circunstâncias da morte do vereador opositor.

Líder da oposição Henrique Capriles (à esquerda) e a deputada Dinorah Figuera (à direita) velam o corpo do opositor Fernando Alban durante cerimônia na Assembleia Nacional da Venezuela, em Caracas — Foto: Ariana Cubillos/AP Photo Líder da oposição Henrique Capriles (à esquerda) e a deputada Dinorah Figuera (à direita) velam o corpo do opositor Fernando Alban durante cerimônia na Assembleia Nacional da Venezuela, em Caracas — Foto: Ariana Cubillos/AP Photo

Líder da oposição Henrique Capriles (à esquerda) e a deputada Dinorah Figuera (à direita) velam o corpo do opositor Fernando Alban durante cerimônia na Assembleia Nacional da Venezuela, em Caracas — Foto: Ariana Cubillos/AP Photo

Albán foi preso na última sexta-feira devido ao suposto envolvimento na explosão de dois drones durante um desfile militar em agosto que era comandado pelo presidente Nicolás Maduro. O presidente classificou os fatos de 4 de agosto de "magnicídio frustrado" e responsabilizou como autor intelectual o deputado Julio Borges, fundador do Primero Justicia e exilado na Colômbia.

O partido de oposição Primeiro Justiça, ao qual Albán pertencia, disse que a prisão dele se deveu a declarações que fez em reuniões recentes da ONU na cidade de Nova York denunciando violações de direitos humanos na Venezuela.

Nesta terça, parlamentares da Venezuela homenagearam Albán Salazar cantando o hino nacional enquanto carregavam o caixão com seu corpo no prédio da Assembleia Nacional.

 

 

 

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