Mundo

Mundo

Fechar
PUBLICIDADE

Mundo

Explosões em depósito de munição militar na Ucrânia provoca retirada de milhares de pessoas

Governo diz que não descarta ação de sabotagem e que não há vítimas mortais, nem feridos. 12 mil pessoas foram retiradas do local.

 
 -   head  meta charset 'utf-8 link rel 'preconnect' href 'https://cocoon.globo.com link rel 'dns-prefetch' href 'https://cocoon.globo.com link rel 'prec
head meta charset 'utf-8 link rel 'preconnect' href 'https://cocoon.globo.com link rel 'dns-prefetch' href 'https://cocoon.globo.com link rel 'prec

Mais de 12 mil pessoas foram retiradas nesta terça-feira (9) de localidades próximas de um depósito de munição militar do Exército da Ucrânia, onde explosões provocaram um incêndio durante a madrugada e a detonação em cadeia dos projéteis armazenados em suas instalações, informou o Ministério de Emergência do país europeu.

Segundo o Estado Maior Geral (EMG) das Forças Armadas da Ucrânia, que não descartou que o acidente tenha sido causado por uma ação de sabotagem, por enquanto não há vítimas mortais, nem feridos.

Explosão de paiol na Ucrânia provoca retirada em massa

Explosão de paiol na Ucrânia provoca retirada em massa

Segundo a imprensa ucraniana, o arsenal onde aconteceu o acidente é um dos maiores do país, ocupa uma área de 628 hectares e contém entre 130 e 150 mil toneladas de projéteis, desde munição para armas leves até foguetes.

O primeiro-ministro ucraniano, Volodimir Groysman, esteve em um dos locais de acolhimento das pessoas retiradas do local e pediu calma aos cidadãos.

"Visitei um dos lugares para evacuados na aldeia Parafievka. Já são 18 locais de acolhimento. Me dirijo à população: não há motivos para pânico. Permaneçam nesses lugares por pelo menos 24 horas (...) a vida não tem preço", escreveu no Twitter o chefe de governo ucraniano.

O Ministério de Emergência indicou que medidas extraordinárias de evacuação foram adotadas em 38 localidades no total.

Segundo o EMG, a intensidade das explosões, que começaram às 3h30 locais (21h30 da segunda-feira em Brasília), já começou a diminuir.

O presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko, convocou os responsáveis de defesa e segurança para que lhe informem sobre a situação criada pelas explosões no arsenal, que fica próximo da cidade de Ichnia, 100 quilômetros a nordeste da capital Kiev.

'Sabotagem'

Além disso, o Ministério Público Militar da Ucrânia abriu um processo por "negligência no cumprimento do dever militar com resultado de graves consequências", um crime que é punido com até 7 anos de prisão.

"Houve duas explosões simultâneas e, pouco depois, outras duas no outro extremo do recinto. Essas explosões provocaram o incêndio", disse o chefe adjunto do EMG, general Rodion Tymoshenko, em uma entrevista coletiva.

Para Tymoshenko, tudo "indica que, possivelmente, se tratou de uma ação de sabotagem".

O general explicou que, se as explosões tivessem ocorrido durante o dia, com gente trabalhando no arsenal, "poderiam ser cogitadas outras hipóteses com mais fundamento".

 

 

 

PUBLICIDADE

Curiosidades

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE