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POLÍTICA

Se ele cometer erros, vai pagar por eles, diz Wellington sobre abandono de Bezerra

 
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O candidato ao governo, Wellington Fagundes (PR) garante que não há mágoas daquelas lideranças políticas que garantiram apoio ao projeto de disputar o Palácio Paiaguás, mas pularam do barco durante a pré-campanha, antes das convenções partidárias. A candidatura do republicano chegou a ser considerada como inviável, após PSD e MDB decidirem apoiar Mauro Mendes (DEM) e PP e PTB quase tomarem rumo diferente.

Apesar de tentar não demonstrar qualquer sentimento de desapontamento ao ser questionado sobre a questão pelo RDNews, Wellington dá um recado direto ao presidente do MDB, Carlos Bezerra. Afirma que o futuro dará respostas sobre as articulações políticas feitas até então. “Se ele cometer erros ou não. Vai pagar por eles”.

Wellington entende a postura do dirigente, uma vez que é presidente estadual do PR. Explica que as siglas buscam as melhores alianças e, por isso, não há mágoa diante da decisão do MDB. “Respeito o Bezerra, político experiente e que tem história. Não tem mágoa”, garante o senador, apostando ainda na reeleição do emedebista à Câmara federal.

O republicano ainda ressalta que faz política com diálogo, sem criar inimigos. Por isso, andiantou o convite para formar uma aliança com Bezerra e MDB, caso seja eleito governador.

Wellington Fagundes

O MDB foi um dos partidos que iniciou a articulação, juntamente com PR, PP e PTB, para lançar um candidato de oposição ao governador Pedro Taques (PSDB). Inicialmente, o projeto era lançar o nome do conselheiro afastado do TCE, Antonio Joaquim, mas logo foi inviabilizado por imbróglio com a Justiça.

Diante disso, o grupo escolheu Wellington para ser o então pré-candidato. Entretanto, no afunilamento das articulações, o MDB rompeu com o grupo e deixou o bloco. Antes, o PSD, do candidato ao Senado Carlos Fávaro, também fez o mesmo caminho.

Com a mudança de lado do MDB, alguns filiados, como o prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro e a deputada estadual Janaina Riva, solicitaram à sigla a liberdade de apoiar Wellington. A parlamentar foi liberada por ser nora do candidato. Já no caso de Emanuel o MDB deve analisar.

Nesse sentido, Wellington pontua que outras pessoas, sem revelar nomes, também estão dispostas a pedir liberação de partidos que estão em palanques opostos para apoiá-lo. “Eu me relaciono com todos, tenho facilidade. E eles sabem que a nossa aliança é mais confiável”, explica.


RDNews

 

 

 

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