Cidades

Cidades

Fechar
PUBLICIDADE

REGIONAL

Tomada de Contas vai apurar prejuízo superior a R$ 2 milhões

 
 -
Após auditoria foi identificado um possível dano aos cofres municipais de Barra do Garças, no valor de R$ 2.116.620,85. Com a descoberta desse problema a 2ª Câmara do Tribunal de Contas de Mato Grosso determinou a Tomada de Contas para apurar os fatos, identificar os responsáveis e obter o ressarcimento desses recursos públicos.

O valor representa a soma do prejuízo causado por quatro irregularidades apontadas pela equipe técnica do TCE-MT são referentes ao pagamento de locação de software de gestão de frotas sem o respectivo uso; pagamento de aquisição de combustível sem comprovante de fornecimento; fornecimento de combustível para veículo que não tem vínculo com a administração municipal e troca de peças e realização de serviços de manutenção da frota sem comprovante de execução da despesa.

Diante disso, foi decidido o envio de cópia dos autos ao Ministério Público Estadual para apuração de fatos e providências cabíveis, em razão da suspeita de improbidade administrativa.

Pela inexistência de acompanhamento dos contratos de frotas, a 2ª Câmara multou o prefeito Roberto Ângelo de Farias e o auditor interno Marcos Antônio Moraes Pereira em 10 UPFs cada. O prefeito por modificar sucessivamente os fiscais de contrato da Secretaria de Viação e Obras, sem estabelecer qual o contrato de responsabilidade de cada um dos servidores e sem determinar a ciência aos servidores dos encargos a que foram submetidos, bem como por nomear servidores lotados em setores diversos daquele demandante dos serviços.

Já o auditor por não comunicar ao gestor a inexistência de fiscalização efetiva dos contratos de fornecimento de combustíveis, quando deveria ter atentando para a falta de acompanhamento e de emissão de relatórios dos fiscais e informado a retificação dos procedimentos internos de fiscalização do contrato.

Na decisão o inspetor de abastecimento José Luiz Pereira Vieira também foi multado pelo valor de 10 UPFs, onde o mesmo é acusado pela inexistência de controle do quantitativo de aquisição de combustíveis da Ata de Registro de Preços, em razão de não manter registros atualizados do quantitativo utilizado e do quantitativo a utilizar do saldo da ARP n° 10/2016, quando deveria ter controle em tempo real desses dados.



Da redação

 

 

 

PUBLICIDADE

Curiosidades

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE