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Educadores de Confresa entram em greve contra perda de direitos

 
Os profissionais da Educação na rede municipal de Confresa (1.180 km da Capital) iniciaram na segunda-feira (06.08) greve por tempo indeterminado ou até que o prefeito, Rônio Condão Barros Milhomem, atenda a pauta de reivindicação da categoria. A categoria cobra 15,45% de reajuste do Piso Salarial 2017 e 2018; elevação de classe e nível dos profissionais, conforme LC 046/2008; Liberação das licenças-prêmio; enquadramento dos funcionário Profissionalizados, e pagamento dos sábados letivos de 2017.

Pelo segundo ano consecutivo a administração municipal ignora o direito a recomposição salarial dos profissionais da educação. Em 2017 os educadores/as ficaram sem a revisão salarial, e este ano a prefeitura também não pagou os 6,81% de reajuste do Piso Salarial Profissional Nacional (PSPN). Os profissionais apresentaram a proposta de parcelamento da dívida do executivo, com pagamento de 8% em 2018, retroativo a janeiro, e o restante, 7,45%, em janeiro de 2019.

Para além da reivindicação salarial, os profissionais exigem o cumprimento dos direitos da carreira como: enquadramento dos profissionais profissionalizados, elevação salarial de acordo com a formação e tempo de serviço profissional. Além do cumprimento do direito a licença-prêmio, conforme determina a Lei.

Para a presidente da subsede do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público (Sintep), de Confresa, Kesia Gonçalves, a educação não está entre as prioridade da gestão municipal. “A administração justifica o limite prudencial como responsável pelo descumprimento dos direitos dos educadores. Não entende que educação é investimento, e que deveria rever gastos é com cargos comissionados”, afirma.

 

 

 

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