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Henry Cavill pede desculpas após críticas a comentário sobre MeToo: '''Mal-entendido'''

Entrevista na revista GQ gerou polêmica com declaração do ator de Super-Homem sobre medo de flertar com mulheres e ser chamado de estuprador . Após controvérsia, ele indicou liberdade editorial da revista.

 
 -  Henry Cavill, que vive o Superman nos cinemas, lança em Copacabana, no Rio, o filme de ação   39;O agente da U.N.C.L.E.  39;, em 2015  Foto: Celio Jr
Henry Cavill, que vive o Superman nos cinemas, lança em Copacabana, no Rio, o filme de ação 39;O agente da U.N.C.L.E. 39;, em 2015 Foto: Celio Jr

O ator Henry Cavill, que interpreta o Super-Homem, pediu desculpas e falou em "mal-entendido" após a polêmica gerada por uma entrevista publicada pela edição australiana da revista "GQ".

Na entrevista publicada na terça-feira (10), há declarações do ator sobre o #MeToo e outros movimentos contra o assédio sexual.

Na entrevista ele diz que "as coisas têm que mudar", mas que é "importante manter as coisas boas, as qualidades do passado, e se livrar das ruins". Ele se diz "tradicional" em relação ao romance e defende que as mulheres sejam cortejadas e buscadas.

"É difícil fazer isso se há certas regras estabelecidas. Porque senão é tipo: 'Bom, eu não quero ir lá falar com ela, porque vou ser chamado de estuprador ou coisa assim (...) Se sou uma figura pública e vou flertar com alguém, quem sabe o que pode acontecer?'", afirmou Cavill, segundo a "GQ".

"Agora você não pode insistir com alguém além do 'não'. É tipo: 'Ok, tudo bem'. Mas aí tem o: 'Por que você desistiu?' E é tipo: 'Bom, porque eu não quero ir pra cadeia", diz Cavill em trecho da entrevista.

'Mal-entendido'

Mas após críticas às declarações, Cavill enviou um comunicado à revista "The Hollywood Reporter" pedindo "desculpas por qualquer confusão e mal-entendido".

"Não tive intenção de ser insensível de jeito nenhum. Queria esclarecer e confirmar para todo mundo que eu sempre tive o máximo respeito pelas mulheres, e sempre vou ter", ele disse.

Ele também diz que "aprendeu uma lição valiosa sobre o contexto e a sutileza das liberdades editoriais", em relação à forma como a entrevista foi publicada na "GQ". "Espero esclarecer minha opinião no futuro sobre um assunto tão importante", ele afirma.

 

 

 

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