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Mano Dadai e ex-esposa serão ouvidos pela Justiça em processo que apura peculato na Câmara

Na audiência de instrução e julgamento, também será ouvido o ex-vereador Reginaldo Campos, réu da Perfuga.

 
 -  Vereador Mano Dadai  Foto: Adonias Silva/Arquivo/G1
Vereador Mano Dadai Foto: Adonias Silva/Arquivo/G1

Está marcado para 2 de agosto, às 10h30, na 1ª Vara Criminal de Santarém, no oeste do Pará, a audiência de instrução e julgamento do vereador Yanglyer Glay Santos Mattos (PRTB), o Mano Dadai e sua ex-esposa Patrícia Pereira Gonçalves. Na mesma audiência, também será ouvido o ex-vereador Reginaldo Campos.

Mano Dadai e a ex-esposa Patrícia foram presos em 18 de abril desse ano, na operação “Placitum”, um desdobramento da Perfuga, por suspeita de peculato, associação criminosa e inserção de dados falsos em documentos da Câmara Municipal de Santarém.

A operação ganhou o nome de "Placitum", que significa acordo ou convenção em latim, porque a contratação do servidor público supostamente fantasma teria nascido em um acordo político.

O vereador e a ex-esposa foram citados pelo ex-vereador Reginaldo Campos, em sua colaboração premiada, por conta de um acordo político que resultou na lotação de Patrícia, no quadro da Câmara de Santarém, como chefe de gabinete, sem que ele nunca tivesse efetivamente trabalho no poder legislativo. Segundo a denúncia, Patrícia entre novembro de período de 2015 e novembro de 2016, cerca de R$ 55 mil de salários. O dinheiro era repassado a Mano Dadai, com quem ela era casada à época.

Patrícia que tem um filho de apenas 9 anos de idade ficou presa no penitenciária de Santarém apenas dois dias. Em 20 de maio, sua defesa conseguiu que um habeas corpus fosse concedido pelo desembargador Rômulo Nunes, do Tribunal de Justiça do Estado do Pará, para conversão da preventiva em prisão domiciliar.

Mano Dadai chegou a ficar preso por 27 dias, até que em 14 de maio, seus advogados conseguiram uma habes corpus junto ao Tribunal de Justiça do Estado, para suspender a prisão preventiva decretada pelo juiz Alexandre Rizzi, em 18 de abril.

Dois dias após sua prisão, Mano Dadai, por meio de sua assessoria, protocolou na Câmara pedido de licença por um prazo de 60 dias. Ele retomou as atividades parlamentares no dia 15 de maio.

 

 

 

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