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Alcoa monitora cerca de 180 espécies da flora amazônica em Juruti

A mineradora também monitora 1.360 espécies da fauna, e verifica a qualidade da água, ar, clima, ruído e solo.

 
 -  Árvore foi mantida para aguardar o voo dos filhotes de um casal de araras azuis e dois casais de araras vermelhas  Foto: Ascom Alcoa/Divulgação
Árvore foi mantida para aguardar o voo dos filhotes de um casal de araras azuis e dois casais de araras vermelhas Foto: Ascom Alcoa/Divulgação

Exposições de cartazes educativos, exibições do cinema ambiental e apresentações teatrais de sensibilização nos refeitórios da Alcoa, fazem parte da programação alusiva ao mês do meio ambiente em Juruti, oeste do Pará, onde a empresa realiza ações de monitoramento e conservação dos recursos naturais nas áreas de influência do seu empreendimento de mineração de bauxita.

O monitoramento ambiental da Alcoa compreende um conjunto de medições, observações e pesquisas realizadas em campo, de modo frequente, por profissionais especializados e com o uso de equipamentos e métodos próprios para a verificação da água, solo, ar, clima, ruído, fauna e flora. Além de garantir o atendimento das operações às exigências das normas ambientais, o monitoramento ambiental gera dados essenciais para promover a conservação ambiental e a recuperação das áreas após a mineração.

“Este monitoramento é fundamental para termos indicadores de comparação do ambiente antes e sob influência das atividades de mineração, que além de assegurar o cumprimento das normas ambientais, irão gerar dados técnicos de valor científico para pesquisas de aprimoramento pela conservação ambiental na Amazônia”, comentou a supervisora de Meio Ambiente da Alcoa Juruti, Jorgeane Almeida.

Os resultados dos monitoramentos são compartilhados periodicamente com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (SEMAS), órgão responsável pelo licenciamento ambiental do empreendimento.

Ainda na fase de pré-instalação da Alcoa em Juruti, em 2002, a empresa iniciou o monitoramento de fauna, que já permitiu identificar 107 tipos de répteis, 494 espécies de aves, 214 de aranhas, 417 de peixes, 55 de anfíbios e 81 de mamíferos, totalizando mais de 1360 espécies da fauna amazônica.

O monitoramento é feito semestralmente (em período de inverno e verão), em 67 pontos distribuídos em áreas próximas da mina e em localidades mais afastadas, num raio de 60 quilômetros, considerados de influência direta e indireta. “O objetivo é ver como essa população vem se comportando nesse ambiente de influência da empresa. Avaliamos se existe alguma variação, a ocorrência de espécies endêmicas (que só ocorrem aqui) e ameaçadas, e atuamos na conservação”, esclareceu a responsável pelo programa de Conservação de Fauna e Flora da Alcoa Juruti, engenheira florestal, Susiele Tavares.

Araras

A consciência ambiental não se limita à equipe de Meio Ambiente da empresa, estendendo-se a outras áreas, como operação de mina e geologia, que desviaram os planos de lavra para manutenção de uma árvore para aguardar o voo dos filhotes de um casal de araras azuis, espécie vulnerável à extinção, e dois casais de araras vermelhas.

“Aguardamos por meses e eles não voaram. Então a operação da mina reavaliou a situação e resolveu fazer o desvio da lavra. As aves estão lá na árvore até hoje e contam com o monitoramento ambiental da empresa”, contou Thiago Celso, supervisor de Mineração da Alcoa Juruti.

Árvore foi mantida para aguardar o voo dos filhotes de um casal de araras azuis e dois casais de araras vermelhas (Foto: Ascom Alcoa/Divulgação) Árvore foi mantida para aguardar o voo dos filhotes de um casal de araras azuis e dois casais de araras vermelhas (Foto: Ascom Alcoa/Divulgação)

Árvore foi mantida para aguardar o voo dos filhotes de um casal de araras azuis e dois casais de araras vermelhas (Foto: Ascom Alcoa/Divulgação)

A atividade de supressão vegetal da Alcoa é antecedida por etapas que asseguram a preservação da memória cultural e a conservação ambiental da área que passará por mineração. Equipes de arqueólogos realizam estudos para verificar se há vestígios de civilizações antigas e, quando identificados, os mesmos são resgatados e catalogados em conformidade com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).

O conhecimento é transmitido à comunidade de Juruti por meio de programa de Educação Patrimonial. Também são realizados levantamentos detalhados da flora para subsidiar o reflorestamento da área após a mineração. Os animais, por sua vez, são afugentados ou resgatados antes do desmatamento, reduzindo o impacto da atividade.

O gerente de Relações Institucionais da Alcoa Juruti, Rogério Ribas, diz que para a mineradora, o meio ambiente ultrapassa a linha das comemorações em datas específicas e demonstra que crescimento econômico e desenvolvimento social estão totalmente interligados com o uso sustentável dos recursos naturais. “Diariamente temos comprovado que a atividade mineral pode ocorrer de forma sustentável, buscando a eficiência ambiental, o respeito às comunidades e trazendo técnicas inovadoras nas operações”, destacou.

 

 

 

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