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Desde a inauguração, Escola tecnológica já formou mais de 700 profissionais em Santarém

Instituição entrou em funcionamento no dia 10 de junho de 2018 e tem contribuído com o ensino técnico na região.

 
 -  Alunos da Escola Tecnológica de Santarém com os certificados de conclusão de cursos  Foto: Agência Pará/Divulgação
Alunos da Escola Tecnológica de Santarém com os certificados de conclusão de cursos Foto: Agência Pará/Divulgação

Desde 2017 a Escola Tecnológica de Santarém (Eetepa), no oeste do Pará, vem contribuindo com a oferta de educação profissional e tecnológica e qualificando profissionais para o mercado de trabalho. No domingo (10), a instituição completou um ano de funcionamento no município. Nesse período, a escola já formou 384 alunos e ainda neste mês deve certificar outros 321 nas mais diversas áreas.

A implantação da Escola Tecnológica de Santarém representou um novo ciclo na educação pública de Santarém. Os alunos que cursam o ensino regular, principalmente o nível médio, encontram na Eetepa uma oportunidade de qualificação para tentar buscar a primeira experiência no mercado de trabalho ou se atualizar em alguma área.

Alunos da Escola Tecnológica de Santarém com os certificados de conclusão de cursos  (Foto: Agência Pará/Divulgação) Alunos da Escola Tecnológica de Santarém com os certificados de conclusão de cursos  (Foto: Agência Pará/Divulgação)

Alunos da Escola Tecnológica de Santarém com os certificados de conclusão de cursos (Foto: Agência Pará/Divulgação)

Para a diretora da escola, Deliana Santos, a metodologia adotada na instituição é dinâmica, aliando teoria e prática. “Sabemos que o público que procura esse tipo de ensino, em sua maioria, é formado por jovens que estão em busca de uma posição no mercado de trabalho. Os discentes possuem expectativas não de longo prazo, mas sim de médio prazo e, muitas vezes, por fatores diferenciados acabam perdendo o interesse pelo curso. É com esta preocupação e esse dinamismo, que mesmo com tão pouco tempo de funcionamento, tanto equipe gestora, quanto docentes da escola procuram trabalhar para garantir uma educação profissional e tecnológica de qualidade", disse

Ex-aluno do curso de formação inicial e continuada de auxiliar em administração, Arthur Barros diz que o conhecimento apreendido na Eetepa o aperfeiçoou na área de atuação no mercado de trabalho.

“O curso contribuiu para que eu pudesse me qualificar ainda mais e garantir uma vaga no mercado. Hoje atuo como administrador de rede de computadores, minha rotina é baseada na troca de peças, parte física, configuração, formatação, parte lógica e outras. Tudo que foi passado no curso eu tenho exercitado”, contou.

Arthur Barros é ex-aluno da Eetepa Santarém e diz que aprendeu muito na instituição e aplicou no mercado de trabalho (Foto: Agência Pará/Divulgação) Arthur Barros é ex-aluno da Eetepa Santarém e diz que aprendeu muito na instituição e aplicou no mercado de trabalho (Foto: Agência Pará/Divulgação)

Arthur Barros é ex-aluno da Eetepa Santarém e diz que aprendeu muito na instituição e aplicou no mercado de trabalho (Foto: Agência Pará/Divulgação)

Atualmente, a Eetepa tem mais de 800 alunos matriculados em diversos cursos técnicos: Informática; Logística; Meio Ambiente; Segurança do Trabalho; Turismo e Técnico em Alimentos.

Entre os cursos de Formação Inicial e Continuada, com carga horária entre 100 a 200 horas, estão: Auxiliar em Administração de Redes, Agente de Informações Turísticas, Agente de Projetos Sociais, Condutor de Turismo de Aventura, Auxiliar de Operação Logística, Auxiliar de Fiscalização Ambiental; Auxiliar Administrativo de Secretaria Escolar, Gestão em Turismo, Assistente de Logística, Operador de Computador, Auxiliar de Agropecuária, Agente de Informações Turísticas, Recepcionista de Eventos, Monitor de Uso e Conservação dos Recursos Hídricos, Agente de Gestão de Resíduos Sólidos, Operador de Beneficiamento de Frutas e Hortaliças e Preparação para o Enem.

Estrutura

A Escola Tecnológica de Santarém possui seis laboratórios, biblioteca, auditório para 200 pessoas, quadra poliesportiva coberta, refeitório, banheiros (incluindo os adaptados para pessoas com deficiência), sala para os professores, secretaria, diretoria, cozinha, estacionamento, guarita de segurança e pátio interno. Todo o projeto da escola segue uma padronização nacional de escolas profissionalizantes.

Está localizada na Rodovia Fernando Guilhon, no cruzamento com a Rodovia Everaldo Martins (PA-457). Ela é a 23ª escola da rede estadual de ensino técnico e é gerida pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc). Foi construída com recursos oriundos de convênio firmado entre o governo do Estado e a União. A obra custou R$ 11 milhões, sendo R$ 6 milhões do Ministério da Educação (MEC) e R$ 5 milhões do Estado.

 

 

 

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