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Polícia israelense esvazia colônia não autorizada na Cisjordânia

Suprema Corte israelense considerou que 15 casas foram construídas sem autorização em terrenos particulares pertencentes a palestinos.

 
 -  Forças de segurança israelenses retiram colonos de Netiv Haavot, no assentamento Elazar, ao sul de Jerusalém, nesta terça-feira  12   Foto: Menahem K
Forças de segurança israelenses retiram colonos de Netiv Haavot, no assentamento Elazar, ao sul de Jerusalém, nesta terça-feira 12 Foto: Menahem K

A polícia israelense começou nesta terça-feira (12) a fazer a retirada dos moradores de moradias destinadas a serem destruídas por decisão judicial, que concluiu que foram construídas em terras palestinas da Cisjordânia ocupada, constatou a AFP.

Os colonos foram despejados de suas casas em Netiv Haavot, um bairro da colônia de Elazar, sul de Jerusalém, uma evacuação que foi realizada sem distúrbios.

Em fevereiro, a Suprema Corte israelense considerou que 15 casas foram construídas sem autorização em terrenos particulares pertencentes a palestinos.

Cerca de 2.000 pessoas, em sua maioria jovens ativistas, protestaram contra a decisão de expulsão.

Israel ocupa a Cisjordânia desde 1967. As colônias que foram estabelecidas nesse território pelos israelenses são consideradas obstáculos para a paz, já que estão construídas em terras que os palestinos reivindicam para seu futuro Estado.

Todas as colônias israelenses na Cisjordânia ocupada são consideradas ilegais, segundo o direito internacional, mas Israel faz uma diferença entre as que aprovou oficialmente e as que não.

 

 

 

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