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UAI Martins é alvo de reclamações de gestantes e Conselho Municipal de Saúde em Uberlândia

Denúncias são de irregularidades na unidade, que concentra ginecologia e obstetrícia de toda a cidade. Prefeitura se posicionou sobre alegações.

 
 -  Gestantes reclamam de atendimento na UAI Martins em Uberlândia  Foto: Reprodução/TV Integração
Gestantes reclamam de atendimento na UAI Martins em Uberlândia Foto: Reprodução/TV Integração

A Unidade de Atendimento Integrado (UAI) do Bairro Martins, em Uberlândia, é alvo de reclamações de grávidas e do Conselho Municipal de Saúde, que alegam superlotação. A conselheira Municipal de Saúde, Tânia Lúcia dos Santos, disse que os atendimentos estão fora do recomendado pela legislação.

O coordenador da Rede de Urgência e Emergência da cidade, Clauber Lourenço, disse que Prefeitura avalia abertura de atendimentos para a parte de urgência para grávidas no Hospital Municipal.

A unidade concentra o trabalho de ginecologia e obstetrícia de toda a cidade. As gestantes são encaminhadas de lá para os partos no Hospital e Maternidade Doutor Odelmo Leão Carneiro ou no Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (HC-UFU).

Em 2017, o número de nascidos vivos na rede pública por partos normal em Uberlândia foi de 2.558. Os de cesárea foram 2.928.

O fluxo de redirecionamento das pacientes é definido pela Prefeitura, pela regulação do município. Todas as intercorrências durante a gravidez são atendidas na UAI Martins, onde surgem as reclamações de superlotação por parte dos pacientes.

De acordo com a conselheira municipal de saúde, Tânia Lúcia dos Santos, o atendimento para as gestantes em Uberlândia está fora do recomendado pela legislação municipal e federal. Entre as irregularidades estão:

  • mulheres em trabalho de parto devem estar em um local privativo, arejado, sem ruído, com conforto para ela e para o acompanhante, o que não ocorre na UAI Martins;
  • transporte é realizado de forma inadequada;
  • não é permitido a presença de acompanhante do sexo masculino.

Prefeitura de posicionou

O coordenador da Rede de Urgência e Emergência da cidade, Clauber Lourenço, disse que o Executivo avalia a abertura de atendimentos para a parte de urgência para grávidas no Hospital Municipal. No entanto, não há previsão para concluir o projeto devido a necessidade de adequação física.

"O número de atendimentos é compatível, é uma média de oito pacientes por hora e temos uma média de quatro médicos para atendê-las, o que é suficiente", afirmou.

Sobre as reclamações da não-premissão de acompanhantes do sexo masculino, Lourenço esclareceu que o espaço físico dentro do pronto-socorro "não comporta todos os acompanhantes e mães".

 

 

 

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