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EUA e aliados dobram quantidade de mísseis lançados na Síria em comparação com ataque de 2017

Estados Unidos, Reino Unido e França realizaram nesta sexta-feira bombardeio coordenado ao país em resposta a suposto ataque com armas químicas.

 
 -  Céu de Damasco se ilumina durante ofensiva dos EUA na Síria nas primeiras horas do dia 14 de abril  Foto: AP Photo/Hassan Ammar
Céu de Damasco se ilumina durante ofensiva dos EUA na Síria nas primeiras horas do dia 14 de abril Foto: AP Photo/Hassan Ammar

O bombardeio à Síria realizado em conjunto Com Reino Unido e França nesta sexta-feira (13) teve praticamente o dobro de mísseis usados no ano passado, quando os norte-americanos reagiram a um ataque químico atribuído ao regime de Assad que deixou 86 mortos. Segundo o Pentágono, desta vez foram 105 mísseis lançados contra três alvos no país, contra 59 no ataque anterior.

A investida combinada dos três países é uma resposta a um novo suposto ataque químico contra a cidade de Duma, no último fim de semana.

Céu de Damasco se ilumina durante ofensiva dos EUA na Síria nas primeiras horas do dia 14 de abril (Foto: AP Photo/Hassan Ammar) Céu de Damasco se ilumina durante ofensiva dos EUA na Síria nas primeiras horas do dia 14 de abril (Foto: AP Photo/Hassan Ammar)

Céu de Damasco se ilumina durante ofensiva dos EUA na Síria nas primeiras horas do dia 14 de abril (Foto: AP Photo/Hassan Ammar)

Segundo Mattis, além de mais intenso, o ataque mais recente mirou alvos diferentes. No ano passado, os EUA atacaram aviões que distribuíam armas químicas, enquanto nesta sexta os alvos foram as armas.

“Claramente o regime de Assad não entendeu a mensagem do ano passado. Desta vez, nós e nossos aliados golpeamos com mais força. Juntos, enviamos uma clara mensagem a Assad e seus tenentes assassinos”, disse o secretário.

Guga Chacra comenta ataque dos Estados Unidos contra a Síria

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O ataque

As forças aéreas e marinhas dos três países lançaram os primeiros ataques por volta das 21h de Washington (22h, no horário de Brasília, já madrugada na Síri), durante o pronunciamento do presidente americano Donald Trump na Casa Branca. (Veja fotos)

Três alvos foram atingidos, segundo o Pentágono: um centro de pesquisa e produção de armas químicas e biológicas em Damasco, um armazém de armas químicas em Homs, a leste de Damasco – onde os EUA acreditam que havia estoques de gás sarin – e uma base na mesma cidade que também teria armas químicas.

Imagens mostram explosões em ataque na Síria

Imagens mostram explosões em ataque na Síria

Os sistemas de Defesa da Síria reagiram, atingindo 13 mísseis em Al Kiswah, nos subúrbios de Damasco.

Justificativa

Trump chamou o suposto ataque químico em Duma de "massacre" e de "crimes de um monstro". A premiê britânica, Theresa May, classificou o bombardeio como uma "intervenção na guerra na Síria". Já o presidente francês, Emmanuel Macron disse que o ataque está "restrito a capacidades do regime sírio de armas químicas".

Após o ataque desta sexta, a embaixada da Rússia (aliada da Síria) nos EUA declarou no Twitter que "tais ações nõa serão deixadas sem consequências". O presidente russo, Vladimir Putin, chamou a investida de "agressão contra o estado soberano" e pediu uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU.

EUA, Reino Unido e França bombardeiam alvos na Síria (Foto: Betta Jaworski/G1) EUA, Reino Unido e França bombardeiam alvos na Síria (Foto: Betta Jaworski/G1)

EUA, Reino Unido e França bombardeiam alvos na Síria (Foto: Betta Jaworski/G1)

EUA, REINO UNIDO E FRANÇA BOMBARDEIAM A SÍRIA

  • COALIZÃO: Trump anuncia bombardeio à Síria

  • MOTIVO: suposto ataque químico em Dumas

  • REPERCUSSÃO: países se posicionam contra ou a favor

  • FOTOS: mísseis, explosão e fumaça

  • VÍDEOS: veja vídeos sobre o bombardeio à Síria

 

 

 

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