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China condena uso da força na Síria e pede mais diálogo

Ministra das Relações Exteriores diz que ação militar de EUA, Reino Unido e França passa por cima do Conselho de Segurança da ONU.

 
 -  Mísseis cruzam o céu de Damasco  Foto: Hassan Ammar / AP Photo
Mísseis cruzam o céu de Damasco Foto: Hassan Ammar / AP Photo

A ministra das Relações Exteriores, Hua Chunying, condenou neste sábado (14) o ataque coordenado de Estados Unidos, França e Reino Unido a alvos na Síria e pediu que o problema seja resolvido por meio de diálogo e negociação, informou a agência estatal Xinhua.

"Qualquer ação militar unilateral que passa por cima do Conselho de Segurança é contrária ao propósito e aos princípios das Nações Unidas, viola os princípios do direito internacional e as regras básicas de relações internacionais, e vai piorar o conflito sírio", afirmou.

Hua afirmou que a China é contra o uso da força e pediu respeito à soberania, à independência e à integridade territorial dos países. Segundo ela, um acordo político seria a única saída para o conflito sírio.

Sobre o suposto uso de armas químicas pelo governo Assad, que motivou o ataque coordenado entre EUA, França e Reino Unido, a ministra chinesa pediu uma investigação imparcial e objetiva para chegar a uma conclusão.

"Antes disso, nenhum prejulgamento não deve ser feito", disse Hua.

Sírios e aliados condenam ataques dos EUA

Sírios e aliados condenam ataques dos EUA

Ataque coordenado

Estados Unidos, França e Reino Unido executaram neste sábado bombardeios seletivos na Síria contra o regime de Bashar al-Assad, acusado pelo presidente americano Donald Trump de ter cometido ataques químicos dignos de "um monstro".

Foram ouvidas explosões em Damasco, a capital de um país devastado há mais de sete anos por uma guerra que deixou mais de 350 mil mortos. As explosões foram seguidas por ruídos de aviões e grandes colunas de fumaça ao nordeste da capital síria.

O regime sírio, a Rússia e o Irã, outro aliado de Assad, condenaram os bombardeios. Putin disse que foi uma agressão a um estado soberano. O presidente sírio Bashar al-Assad se declarou mais determinado do que nunca a "lutar contra o terrorismo".

EUA, REINO UNIDO E FRANÇA BOMBARDEIAM A SÍRIA

  • COALIZÃO: Trump anuncia bombardeio à Síria

  • MOTIVO: suposto ataque químico em Dumas

  • REPERCUSSÃO: países se posicionam contra ou a favor

  • FOTOS: mísseis, explosão e fumaça

  • VÍDEOS: veja vídeos sobre o bombardeio à Síria

EUA, Reino Unido e França bombardeiam alvos na Síria (Foto: Betta Jaworski/G1) EUA, Reino Unido e França bombardeiam alvos na Síria (Foto: Betta Jaworski/G1)

EUA, Reino Unido e França bombardeiam alvos na Síria (Foto: Betta Jaworski/G1)

Imagens mostram destruição provocada por ataques na Síria

Imagens mostram destruição provocada por ataques na Síria

 

 

 

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