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Macron afirma que não se pode tolerar banalização do uso de armas químicas

Em comunicado, Macron ressaltou que ataque está circunscrito às capacidades do regime sírio que permitem a produção e o emprego de armas químicas .

 
 -  O presidente francês Emmanuel Macron participa de reunião como parte da operação conjunta de ataque aéreo britânico, francês e norte-americano  Foto:
O presidente francês Emmanuel Macron participa de reunião como parte da operação conjunta de ataque aéreo britânico, francês e norte-americano Foto:

O presidente da França, Emmanuel Macron, confirmou nesta sexta-feira (13) que ordenou às forças armadas do seu país que intervenham na Síria junto ao Reino Unido e aos Estados Unidos porque "não se pode tolerar a banalização do uso de armas químicas".

Em comunicado, Macron ressaltou que o ataque "está circunscrito às capacidades do regime sírio que permitem a produção e o emprego de armas químicas" e explicou que o parlamento francês será informado da ofensiva e se abrirá um debate parlamentar, como estipula a Constituição.

A operação militar foi "legítima, proporcional e objetiva", disse neste sábado (14) o ministro francês das Relações Exteriores, Jean-Yves Le Drian. "A escalada química na Síria não é aceitável", disse Le Drian em uma declaração no Palácio do Eliseu ao lado da ministra da Defesa, Florence Parly.

Os três países lançaram o ataque contra as "capacidades de armamento químico" de Bashar al-Assad e em resposta a um suposto ataque químico atribuído ao governo sírio.

O presidente americano, Donald Trump, explicou que a ofensiva teve como objetivo "estabelecer um forte elemento de dissuasão contra a produção, propagação e uso de armas químicas" por Assad.

A ação combinou ataques aéreos e mísseis projetados a partir de navios no Mediterrâneo, segundo informou o Pentágono.

 

 

 

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