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Achille Lollo: Quem é o italiano condenado por queimar duas crianças até a morte que fugiu para o Brasil?

Por desavenças políticas ele colocou fogo no apartamento de adversário matando dois de seus filhos

 

Achille Lollo é um assassino condenado e ex-integrante do Potere Operario ("Poder Operário", também referida como Potop), organização extraparlamentar de esquerda da Itália. Lollo foi descoberto no Brasil por autoridades consulares italianas em 1993, para onde veio depois de dez anos escondido em Angola, após ser condenado pela morte dos filhos de 10 e 22 anos de Mario Mattei, um adversário político, no caso conhecido como "Rogo di Primavalle", um incêndio doloso, com uso de explosivo e material incendiário.  

 

Rogo di Primavalle: Na noite de 16 de abril de 1973, segundo os autos do processo em que foi condenado, Achille Lollo, junto a outros três integrantes do grupo Potere Operaio (Paul Gaeta, Diana Perrone e Elisabetta Lecco), despejaram gasolina num apartamento onde vivia Mario Mattei, 48 anos, esposa e 6 filhos. Quando acordaram com a casa em chamas a esposa salvou os filhos de 9 e 4 anos, duas filhas de 19 e 15 conseguiram sair sozinhas da casa, enquanto os outros dois de 10 e 22 anos acabaram carbonizados por não conseguirem sair do quarto.

 

Achille Lollo, mesmo depois de condenado teve direito à recorrer em liberdade, mas quando viu que sua defesa não seria frutífera fugiu do país e se manteve escondido até que o crimes fossem considerados prescritos pela Corte de Apelo de Roma.

 

Na foto Battisti quando recebeu apoio de políticos de diversos partidos de esquerda brasileiro que não querem sua extradição

Como Cesare Battisti, condenado pela justiça italiana pelo assassinato de quatro pessoas, sendo duas delas vítimas que reagiram à assaltos pelo bando de Battisti, Lollo foi recebido de braços abertos por políticos e militantes de esquerda. Lollo e Battisti se apoiam mutuamente fazendo declarações políticas cruzadas sempre que possível.

 

Radicado há mais de duas décadas no Brasil, Lollo militou no Partido dos Trabalhadores e, a seguir, no PSOL, onde é considerado como principal ideólogo, quem teria ajudado a construir a base ideológica e estratégica do partido.

Na foto uma das vítimas de Lollo

 

As produções jornalística de Lollo para o PSOL foram basicamente veiculadas pelas revistas trimestrais "Nação Brasil", "Conjuntura Internacional" e "Crítica Social", das quais era editor.  

 

 


 

 

 

 

 

 

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