Mundo

Mundo

Fechar
PUBLICIDADE

Mundo

Idoso dado como desaparecido em Juiz de Fora é detido ao se passar por policial em Luz

PM foi acionada momento em que suspeito tentou embarcar em um ônibus na rodoviária. Delegado informou que ele aparenta ter problemas mentais.

 
 -  No perfil de uma rede social idoso informou que trabalha na Força Nacional  Foto: Rede Social/Reprodução
No perfil de uma rede social idoso informou que trabalha na Força Nacional Foto: Rede Social/Reprodução

Um idoso de 61 anos foi detido em Luz, no Centro-Oeste de Minas, ao se passar por policial. De acordo com o major da Polícia Militar (PM), Jocimar Lúcio, no Boletim de Ocorrência consta que ele estava na rodoviária e tentou embarcar em um ônibus que faz a linha Divinópolis/Abaeté.

Ainda de acordo com a polícia, ele estava fardado e disse ao motorista que era delegado da Polícia Civil e coronel da PM. O motorista desconfiou e acionou os militares. Ao ser abordado, o idoso apresentou versões de ter outras profissões, estava fardado e com documentos ‘grosseiros’.

Ao consultar o nome do suspeito, os militares constataram que havia um registro de ocorrência como desaparecido em Juiz de Fora, na Zona da Mata Mineira. Em uma página de rede social, o idoso informou que trabalha na Força Nacional e na foto de perfil ele está fardado.

“A farda não tinha a cor da farda militar de Minas e apresentava várias alterações”, informou o major.

Aos policiais, o suspeito informou ser comandante geral da PM no Rio Grande do Norte, juiz de paz, psicanalista e investigador da Polícia Civil. O falso militar foi levado para a Delegacia e segundo o delegado Vinícius Machado, ele estava na companhia da esposa. Também foi feito contato com a irmã dele, em Juiz de Fora, para informá-la sobre seu paradeiro.

“Ele aparenta ter problemas mentais. Foi ouvido e liberado e como não sabemos o entendimento dele, foi autuado no artigo 45 do código penal que estabelece sobre fingir ser servidor público”, informou.

A pena neste tipo de crime pode ser de um a três meses de prisão ou multa. “Fizemos a apreensão da farda e dos documentos que se apresentavam como policial que ele portava, visivelmente grosseiros”, destacou Machado.

 

 

 

PUBLICIDADE

Curiosidades

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE