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Cabo preso por grampos tenta afastar coronéis de comissão julgadora

 
Gerson Corrêa Júnior, cabo da Polícia Militar envolvido no esquema de grampos telefônicos clandestinos, recorreu ao desembargador Orlando de Almeida Perri, atuante na 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), buscando afastar dois coronéis da comissão julgadora responsável pelo processo contra ele que tramita na 11ª Vara de Justiça Militar.

O pedido de suspeição pede o afastamento dos coronéis Luiz Claudio Monteiro da Silva e Valdemir Benedito Barbosa.

Gerson afirma que os juízes militares agiram com excesso de linguagem e antecipação do juízo de mérito durante a fase de instrução processual, quando testemunhas são ouvidas.

O cabo é o único dos acusados no esquema que continua preso em consequência da suspeita de interceptações. O juiz Murilo Moura Mesquita é o responsável por comandar a comissão julgadora, seguido por 4 coronéis convidados para atuarem como juízes militares.

A Vara de Justiça Militar, também conhecida como 11ª Vara Criminal de Cuiabá, segue dando continuidade às audiências no processo criminal contra 5 policiais militares acusados de participação no esquema interceptações que ficou conhecido como grampolândia pantaneira.

No processo são réus os coronéis Zaqueu Barbosa, Evandro Alexandre Ferraz Lesco, Ronelson Jorge de Barros, o tenente-coronel Januário Antônio Batista e o cabo Gerson Luiz Ferreira Corrêa Júnior.

O desembargador Orlando Perri não possui prazo para julgar a suspeição.


Gazeta Digital

 

 

 

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