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Cuidados com síndromes respiratórias devem aumentar no inverno amazônico, alerta Sespa

Com a chegada das chuvas, aumenta o risco de contágio. Lavar as mãos com água e sabão ajuda na prevenção aos vírus.

 
 -  Síndrome Respiratória Aguda Grave  SRAG  se caracteriza pelos sintomas de Síndrome Gripal  SG  acrescidos de falta de ar ou desconforto respiratório.
Síndrome Respiratória Aguda Grave SRAG se caracteriza pelos sintomas de Síndrome Gripal SG acrescidos de falta de ar ou desconforto respiratório.

Febre, tosse, dores na garganta, no corpo, cansaço e falta de ar são sintomas das síndromes respiratórias, que aumentam a probabilidade de contágio nessa época de inverno amazônico, quando as chuvas ficam intensas. Para reduzir o número de casos e a mortalidade causada por complicações decorrentes de infecções por vírus respiratórios, a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) orienta a população para prevenção e controle da Síndrome Gripal (SG) e Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Medidas de prevenção simples podem evitar as síndromes. “É importante reforçar para as equipes de saúde, e a população em geral, a necessidade da adoção de medidas de higiene pessoal, como a constante lavagem das mãos para a redução do risco de infecção pelo vírus”, explica a chefe da Divisão de Vigilância Epidemiológica da Sespa, Fátima Chaves.

Além da lavagem das mãos com água e sabão, outras medidas de controle que devem ser seguidas são: proteger com lenços (preferencialmente descartáveis) boca e nariz ao tossir ou espirrar; pessoas com SG devem evitar aglomerações em ambientes fechados e contato com outras pessoas; ficar em repouso; manter alimentação balanceada, aumentar a ingestão de líquidos e evitar o compartilhamento de utensílios como pratos, copos e talheres; gestantes, grupos de risco e pessoas com sinais de agravamento do quadro devem buscar o mais rápido possível o serviço de saúde.

Síndromes respiratórias

Geralmente, os sintomas desaparecem em sete dias, embora a tosse, o mal-estar e o cansaço possam permanecer por algumas semanas. Em alguns casos, principalmente em pessoas com fatores de risco (gestantes, idosos, menores de dois anos, hipertensos, diabéticos e obesos), podem evoluir para a forma grave da doença. A SRAG se caracteriza pelos sintomas de SG acrescidos de falta de ar ou desconforto respiratório.

Atualmente, são notificados apenas os casos de gripe que apresentam SRAG e precisam de internação. Todos os casos de Síndrome Gripal com fatores de risco devem receber o antiviral Oseltamivir (Tamiflu), distribuído gratuitamente nos hospitais públicos e privados, e nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). Anualmente é realizada no Brasil a Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza, que este ano ocorrerá no período de 16 de abril a 25 de maio.

No Pará, segundo dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) Influenza Web, até outubro de 2017 foram notificados 776 casos de SRAG. Os municípios que mais notificaram casos foram Altamira, Belém e Castanhal. Neste ano, até o momento foram seis casos de SG notificados e 22 casos de SRAG, sendo um positivo para vírus sincicial respiratório (VRS) e outro caso positivo de metapneumovírus (MPV).

Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do G1 Pará no (91) 98814-3326.

 

 

 

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