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Presidente da Acadêmicos do Tatuapé comemora título do carnaval de São Paulo

 
 - Divulga ccedil; atilde;o/LigaSP
Divulga ccedil; atilde;o/LigaSP
São Paulo - Desfile da Acadêmicos do Tatuapé durante o primeiro dia do carnaval paulista (Divulgação/LigaSP)
São Paulo - Desfile da Acadêmicos do Tatuapé durante o primeiro dia do carnaval paulista Divulgação/LigaSP

O presidente da Acadêmicos do Tatuapé, vencedora do grupo especial do carnaval paulista, Eduardo Santos atribuiu a vitória aos componentes da escola. “O principal responsável é o nosso componente que trabalha, que ensaia e faz tudo para nós", disse Santos ao lembrar que o resultado só veio no último minuto: "de novo foi muito sofrido, foi na última nota do último quesito. Agora é ir lá dar um abraço em cada um dos nossos 3,2 mil componentes”.

Com o enredo Maranhão, os tambores vão ecoar na terra da encantaria, a Acadêmicos do Tatuapé contou um pouco da história do estado a partir das particularidades de seu povo, da riqueza cultural e de festas típicas, como o Bumba Meu Boi.  “Nós fizemos o melhor desfile da nossa história, que todo ano é o nosso objetivo. E agora esse título só vem colocar mais alegria na comunidade que já estava alegre demais, realizada e sabendo que cumpriu sua missão”, acrescentou o presidente da escola.

O carnavalesco da escola, o maranhense Wagner Santos, disse ter sido uma honra participar da homenagem ao seu estado natal. “Para mim, é uma honra muito grande falar do meu estado, porque foi uma oportunidade que a escola me deu, foi um grande presente", disse Wagner, que dedicou a vitória aos seus conterrâneos: "dedico a todo o povo do Maranhão, estamos muito felizes. Obrigado Maranhão, obrigado São José de Ribamar por este título”.

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“Nós fizemos um trabalho com muita humildade, nós pegamos diversos materiais, fizemos reciclagem dos nossos materiais, fizemos o carnaval de uma forma humilde e respeitando todas as nossas coirmãs", acrescentou Wagner.

Um dos destaques do desfile foi a alternância, pela bateria da agremiação, da batida do samba para a batida do reggae, ritmo muito presente no Maranhão nas últimas décadas, e que levantou o público nas arquibancadas. A riqueza de detalhes das fantasias e as alegorias dos carros também chamaram a atenção.

“No Mar! Foi no balanço do mar, que o sonho aportou na ilha da magia. Lá em palmeira onde canta o sabiá, o sol namora a beleza do lugar, cenário de poesia. Tantas batalhas nesse torrão, herança de luta, cultura e amor”, diz parte do samba-enredo, que homenageou também o poeta maranhense Gonçalves Dias.

Catorze escolas desfilaram pelo Grupo Especial: Independente Tricolor, Unidos do Peruche, Acadêmicos do Tucuruvi, Mancha Verde, Acadêmicos do Tatuapé, Rosas de Ouro, Tom Maior, X-9, Império de Casa Verde, Vai-Vai, Mocidade, Gaviões, Dragões da Real e Vila Maria, que desfilaram no segundo dia (10).

A vice-campeã foi a Mocidade Alegre com um enredo sobre a cantora Alcione. Celebrando os 70 anos da cantora, o samba-enredo Alcione: a voz marrom que não deixa o samba morrer cantou a origem maranhense e diversas facetas da artista, como sua ligação com a escola de samba Mangueira, do Rio de Janeiro, além da participação da cantora na luta contra a ditadura.

Na última e penúltima colocação, as escolas Unidos do Peruche e Independente Tricolor foram rebaixadas para o Grupo de Acesso.

A apuração das notas ocorreu a partir das 16h de hoje, no Sambódromo do Anhembi, na zona norte da capital paulista. O desfile das campeãs será na sexta-feira (16).

 

 

 

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