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Crivella faz vistoria no Sambódromo e diz que ama carnavalescos

 
 - Tânia Rêgo/Agência Brasil
Tânia Rêgo/Agência Brasil
O prefeito Marcelo Crivella abraça o Rei Momo na cerimônia de abertura oficial do carnaval do Rio, no Palácio da Cidade (Tânia Rêgo/Agência Brasil)
No  início  da  tarde, no Palácio  da  Cidade,  o  prefeito  Marcelo  Crivella  abraçou  o  Rei  Momo, Milton  Júinior,

que há seis anos faz a declaração oficial de abertura. do carnaval do Rio de Janeiro   Tânia Rêgo/Agência Brasil

O prefeito Marcelo Crivella fez, na tarde desta sexta-feira (9), a última vistoria no Sambódromo antes dos desfiles das escolas de samba. Poucas horas antes da apresentação das escolas do Grupo A, Crivella foi ao camarote da prefeitura, conversou com os trabalhadores que davam os últimos retoques e, em conversa com a imprensa, disse que ama os carnvalescos.

“Pode ser que levantem dúvidas se eu gosto de carnaval, mas que eu amo os carnavalescos, de todo o coração, e peço que eles façam um imenso sucesso, disso ninguém pode duvidar. Eu tenho feito o maior esforço possível para que este carnaval seja lindo e que todos eles se sintam aqui muito à vontade”, afirmou o prefeito.

Criticado por alguns por não ter maior proximidade com o samba, Crivella lembrou que a cidade passa por momentos difíceis, de crise econômica e violência, mas ressaltou que a festa do carnaval tem o papel de fazer as pessoas um pouco mais felizes, apesar das dificuldades.

“Que o carnaval marque um momento de festa e que, de alguma forma, a gente possa sair daqui um pouco mais aliviado de tantas tristezas e mágoas. Eu quero que seja o melhor carnaval que nós já tivemos. Que as pessoas venham para a avenida, que sejam felizes, alegres, que mostrem para o mundo que, embora todos do Rio de Janeiro tenhamos muito a lamentar, por vermos tanta violência na nossa cidade, podemos ressurgir na hora do carnaval”, afirmou.

Perguntado se gosta de carnaval, Crivella lembrou que até já compôs, no passado, um samba de sucesso: “Já tive um samba que fez grande sucesso nas rádios, depois gravado por Bezerra da Silva, e que fez muito sucesso comercial”. Por fim, pediu que os sambistas que desfilarão pela Sapucaí sejam todos aplaudidos.

“Aqui virão homens e mulheres de comunidade. Todos eles têm uma história triste para contar, mas, neste momento eles, esquecem de si mesmos, fazem uma festa extraordinária, compositores fazem poesias lindíssimas, e fazem o maior espetáculo da terra. Eu tenho o maior respeito por este povo e vamos todos aplaudi-los”, enfatizou.

 

 

 

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