Cidades

Cidades

Fechar
PUBLICIDADE

Cidades

‘Estiagem causa mais sofrimento aos ribeirinhos que as cheias’, diz Defesa Civil Municipal

Para o período de enchente e chuvas, a maior preocupação é com a área urbana. Nove pluviômetros passaram por manutenções no início da semana.

 
 -  Pluviômetros foram instalados em pontos estratégicos de Santarém  Foto: Defesa Civil Municipal/Divulgação
Pluviômetros foram instalados em pontos estratégicos de Santarém Foto: Defesa Civil Municipal/Divulgação

Dados de previsão do tempo, nível do rio e quantidade de chuva em Santarém, oeste do Pará, são repassados diariamente para a Defesa Civil Municipal. Isso faz com que o órgão fique atento às situações mais alarmantes em relação aos fenômenos naturais. Em conversa com o G1, a coordenação do órgão afirma estar preparada para situações relacionadas à enchente na área urbana, e avalia que os ribeirinhos já passaram pelo período mais complexo: a seca.

Nove pluviômetros que foram instalados na área urbana do município passaram por manutenções no início da semana. São cinco aparelhos semiautomáticos que foram instalados em 2015, e quatro automáticos instalados no final de 2017, que medem a quantidade de chuva que cai em Santarém.

A coordenadora da Defesa Civil em Santarém, engenheira Laura Lopes, disse que é uma questão de precaução. “Todos os dados dos aparelhos mais novos são enviados automaticamente para o sistema do Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden), que recebe diariamente, e estão disponíveis na plataforma virtual do órgão. Não há como prever fenômenos”, explicou.

A coordenadora avalia que na área urbana a preocupação é com as enxurradas, mas para os ribeirinhos o período de maior dificuldade é a seca. Os moradores de comunidades ribeirinhas já estão acostumados com as cheias, e acabam estando mais preparados para enfrentar as consequências das grandes águas do que a seca.

Engenheira Laura Costa, coordenadora da Defesa Civil em Santarém (Foto: Fábio Cadete/G1) Engenheira Laura Costa, coordenadora da Defesa Civil em Santarém (Foto: Fábio Cadete/G1)

Engenheira Laura Costa, coordenadora da Defesa Civil em Santarém (Foto: Fábio Cadete/G1)

“Na última seca eles estavam tomando água de pequenas poças, precisavam andar grandes distâncias para chegar à embarcação. Realizamos uma reunião com líderes das comunidades ribeirinhas e chegamos à conclusão que o sofrimento é maior no período de estiagem”, destacou.

Laura ressalta que o papel da Defesa Civil é provocar agentes e órgãos parceiros em casos de desastres naturais, como as chuvas acima da média. “Claro que se estiver uma situação fora do comum a gente atende também, faz a apuração e encaminha para o órgão competente. A Defesa Civil é muito confundida com assistencialismo”, disse a coordenadora.

Os pluviômetros

Em Santarém, os pluviômetros foram instalados em pontos estratégicos: Tabocal, Urumanduba, Maracanã, Alter do Chão e Ponto de Pedra, Mapiri, Jaderlândia, Uruará e Matinha. A Defesa Civil Municipal revela que os aparelhos apontam que o nível da chuva é considerado normal, na média para esse período do ano.

 

 

 

Veja mais:

PUBLICIDADE
Comportamento Sinais de que você é mais esperto do que você pensa
Comportamento Penetração dolorosa: causas e remédios para lidar com isso
Variedades 15 fotoflagrantes incríveis
Saúde e Bem Estar Você pode manter a firmeza dos seios por mais tempo
Ecologia Vídeo: Vespa se alimentando
Saúde e Bem Estar Os pesquisadores encontraram a melhor razão para se comer chocolate
Celulares Vídeos Youtube poderão ser abertos dentro do Whatsapp
Comportamento Tipos de homens que menos atraem as mulheres
PUBLICIDADE
PUBLICIDADE