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Operador de Cabral diz que anel comprado por Cavendish foi forma de propina

 
Carlos Miranda, apontado pelo MPF como operador do ex-governador Sérgio Cabral, prestou depoimento pela primeira vez nesta quarta-feira (6) em juízo como delator no processo que apura crimes da operação Ratatouille. Ele confirmou que o anel comprado por Fernando Cavendish foi uma forma de propina para Cabral.

"Joia comprada por Fernando Cavendish foi uma forma de propina. O valor foi descontado do valor de propina que Cavendish pagava para a organização (de Sérgio Cabral)", disse Miranda. Na terça-feira, Cabral classificou a doação da joia de mais de 200 mil euros para sua mulher em 2009 como 
"presente de puxa-saco".

Segundo Cavendish, a joia teve como contrapartida a participação da construtora Delta no consórcio de reforma do Maracanã para a Copa de 2014.

Ex-aliado de Sérgio Cabral e apontado como operador dele, Carlos Miranda admitiu nesta quinta-feira (7) ter gerenciado a propina do esquema criminoso do ex-governador. Ele disse que o governador cobrou propina de 5% em contratos públicos.

Segundo Miranda, os R$ 300 milhões devolvidos pelos delatores e doleiros Marcelo e Renato Chebar pertenciam à quadrilha. Cabral nega.

"Eu confirmo a existência desta organização criminosa e participava dela no gerenciamento de recebimento de todas as propinas e pagamentos determinados por Sérgio Cabral", disse Miranda.


G1

 

 

 

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