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Após três meses de acidente, último corpo é encontrado em embarcação

 
 - O trabalho de resgate dos corpos das vítimas do naufrágio iniciou com a operação de içamento do empurrador em novembro  Foto: Divulgação/Segup
O trabalho de resgate dos corpos das vítimas do naufrágio iniciou com a operação de içamento do empurrador em novembro Foto: Divulgação/Segup

Está previsto para esta quinta-feira (07) a chegada do nono e último corpo encontrado dentro do empurrador TBL CXX, de propriedade da Transporte Bertolini Ltda, em Santarém, oeste do Pará.  A embarcação está posicionada sobre uma balsa no rio Amazonas, a aproximadamente oito quilômetros da cidade de Óbidos, oeste paraense. O resgate dos corpos foi finalizado foi nesta quarta-feira (6). 

O acidente ocorreu em 02 de agosto. No momento da batida, o empurrador deslocava nove balsas que transportavam grãos provenientes da cidade de Porto Velho, em Rondônia, com destino de Santarém. Porém, o trabalho de resgate dos corpos das vítimas iniciou no dia 15 de novembro com a operação de içamento do empurrador de mais de 30 metros de comprimento.

Peritos do CPC continuam o trabalho para agilizar a liberação dos corpos aos familiares. Os corpos das vítimas, em estágios de esqueletização, estão sendo acondicionados em sacos cadavéricos e colocados sob uma barraca da Defesa Civil, instalada na balsa. Dos quatro corpos localizados ontem, um foi pela manhã e três no período da tarde. Todos estavam no convés principal, sendo que grande parte teria sido surpreendida nos camarotes.

O TBL CXX foi içado totalmente na tarde de terça-feira (05), a oito quilômetros da sede da cidade de Óbidos, no rio Amazonas. A empresa holandesa Smit, contratada pelo clube de seguradoras da empresa Transportes Bertolini Ltda., foi a responsável em reflutuar a embarcação que foi para o fundo do rio Amazonas após se chocar com o navio cargueiro Mercosul Santos.

Inquérito – Mais de 20 pessoas (algumas mais de uma vez) já foram ouvidas pela Polícia Civil no inquérito que apura as causas do acidente. O prático e o encarregado, ambos da empresa Mercosul, que estavam operando o navio no dia do acidente, foram indiciados. A principal linha de investigação é de que tenha havido negligência dos operadores do navio e da embarcação.

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