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Veja repercussão do reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel por Trump

Primeiro-ministro israelense diz que medida é importante passo para a paz , mas Hamas afirma que decisão abre portas para o inferno e OLP acredita que destrói qualquer oportunidade para a solução com dois estados .

 
 -  Bandeiras de Israel são vistas perto da Cúpula da Rocha, em Jerusalém  Foto: Thomsa Coex/AFP
Bandeiras de Israel são vistas perto da Cúpula da Rocha, em Jerusalém Foto: Thomsa Coex/AFP

O anúncio feito nesta quarta (6) por Donald Trump de que os Estados Unidos reconhecem Jerusalém como capital de Israel e irão transferir para lá sua embaixada - atualmente instalada em Tel Aviv - foi comemorado por políticos israelenses, mas recebeu muitas críticas internacionalmente.

Veja algumas das reações:

Benjamin Netanyahu  (Foto: Abir Sultan/AP) Benjamin Netanyahu  (Foto: Abir Sultan/AP)

Benjamin Netanyahu (Foto: Abir Sultan/AP)

Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel

Disse que esta quarta é "um dia histórico" e que marca "um importante passo para a paz", segundo a Associated Press. A AFP diz ainda que ele garantiu que irá manter o "status quo" de todos os lugares sagrados de Jerusalém.

Reuvén Rivlin, presidente de Israel

Afirmou que a notícia é um presente perto da celebração dos 70 anos do estado de Israel e acrescentou que o reconhecimento dos EUA "é uma conquista no reconhecimento do direito do povo judeu à nossa terra e um marco na nossa jornada pela paz ".

O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, durante visita à Espanha, em 20 de novembro  (Foto: Reuters/Sergio Perez) O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, durante visita à Espanha, em 20 de novembro  (Foto: Reuters/Sergio Perez)

O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, durante visita à Espanha, em 20 de novembro (Foto: Reuters/Sergio Perez)

Mahmoud Abbas, presidente da Autoridade Palestina

Segundo Abbas, os EUA perderam seu papel mediador na construção da paz. O líder afirmou ainda que "Jerusalém é a eterna capital do estado da Palestina".

Saeb Erekat, secretário-geral Organização para a Libertação da Palestina

O representante da OLP disse que a decisão "destroi qualquer oportunidade para a solução com dois Estados" e que "o extremismo é o primeiro vencedor depois que o presidente Trump declarou Jerusalém como a capital de Israel".

Hamas

A maior organização islâmica nos territórios palestinos disse que "a decisão de Trump abre as portas do inferno", de acordo com a agência France Presse. O porta-voz do movimento, Sami Abu Zuhri, afirmou que essa decisão não mudará o fato de que Jerusalém é uma terra árabe muçulmana e que ela é tola e que o tempo irá provar que os maiores perdedores são Trump e Netanyahu.

O Rei Abdullah II, da Jordânia, em imagem de arquivo (Foto: AFP Photo/Brendan Smialowski) O Rei Abdullah II, da Jordânia, em imagem de arquivo (Foto: AFP Photo/Brendan Smialowski)

O Rei Abdullah II, da Jordânia, em imagem de arquivo (Foto: AFP Photo/Brendan Smialowski)

Rei Abdullah da Jordânia

O monarca disse que qualquer movimento em Jerusalém irá iniciar uma nova onda de tensões na região, segundo o site do jornal jordaniano Al Watan Voice.

Egito

Em comunicado, o Ministério das Relações Exteriores egípcio informou que rejeita a decisão dos EUA de transferir sua embaixada para Jerusalém.

Irã

O Irã “condena seriamente” a decisão dos EUA de transferir sua embaixada e diz que isso viola resoluções internacionais, segundo a mídia estatal iraniana que cita um comunicado do Ministério das Relações Exteriores.

Qatar

Segundo a emissora de TV Al Jazeera, o Ministério das Relações Exteriores disse que a decisão de Trump é uma “perigosa escalada e uma sentença de morte para todos os esforços em busca da paz”.

Síria

"O futuro de Jerusalém não se define por um estado ou um presidente, mas sim por sua história", diz comunicado do governo sírio.

Michel Aoun, presidente do Líbano

Em comunicado, disse que a decisão “ameaça o processo de paz e a estabilidade da região”.

Saad Hariri, primeiro-ministro do Líbano

No Twitter, afirmou que "a decisão é um passo rejeitado pelo mundo árabe e um alerta sobre os perigos que sopram na região. O Líbano condena e rejeita essa resolução e proclama neste dia seu mais alto grau de solidariedade ao povo palestino e ao seu direito de estabelecer um Estado independente com Jerusalém como sua capital".

Emmanuel Macron, presidente da França

O presidente francês declarou que a decisão de Trump foi "lamentável" e não é aprovada pela França. Além disso, afirmou que o status de Jerusalém deveria ser determinado por israelenses e palestinos por meio de negociações. Ele também pediu calma a ambos os lados para que se evite a violência na região. No Twitter, o presidente francês escreveu o seguinte: "Sobre Jerusalém, a França não aprova a decisão dos Estados Unidos. A França apoia a solução de dois estados, Israel e Palestina, vivendo em paz e segurança, com Jerusalém como a capital dos dois estados. Devemos privilegiar o apaziguamento e o diálogo".

António Guterres, secretário geral da ONU

Após o anúncio de Trump, Guterres afirmou que “não há alternativa à solução com dois estados, não há plano B” e que fará tudo o que estiver ao seu alcance “para apoiar líderes israelenses e palestinos para que retomem negociações significativas”, de acordo com a Reuters.

México

O Ministério das Relações Exteriores informou que o país irá manter sua embaixada em Israel na cidade de Tel Aviv, e não pretende seguir os passos dos EUA.

 

 

 

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