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Movimento de mulheres que denunciaram o assédio é escolhido '''personalidade de 2017''' pela revista '''Time'''

Movimento social que tem o objetivo de aumentar a conscientização sobre o assédio sexual e estupro ganhou as redes sociais com MeToo.

 
 -  Capa da revista 'Time' revela o movimento  MeToo como personalidade do ano de 2017  Foto: Reprodução
Capa da revista 'Time' revela o movimento MeToo como personalidade do ano de 2017 Foto: Reprodução

O movimento das mulheres que denunciaram o assédio, conhecido como #MeToo, foi escolhido "personalidade do ano 2017" pela revista norte-americana "Time". O anúncio foi feito nesta quarta-feira (6).

O movimento social que tem o objetivo de aumentar a conscientização sobre o assédio sexual e estupro ganhou as redes sociais com #MeToo.

"Esta é a mudança social mais rápida que vimos em décadas, e começou com atos individuais de coragem por centenas de mulheres - e também alguns homens - que se apresentaram para contar suas próprias histórias", afirmou à NBC, o editor-chefe da revista, Edward Felsenthal.

Movimento das mulheres que denunciaram o assédio foi escolhido 'personalidade do ano 2017' da revista americana 'Time' (Foto: Reprodução/ Revista Time ) Movimento das mulheres que denunciaram o assédio foi escolhido 'personalidade do ano 2017' da revista americana 'Time' (Foto: Reprodução/ Revista Time )

Movimento das mulheres que denunciaram o assédio foi escolhido 'personalidade do ano 2017' da revista americana 'Time' (Foto: Reprodução/ Revista Time )

O presidente americano, Donald Trump, que foi eleito a personalidade de 2016 pela publicação, ficou em segundo lugar neste ano. Em 2015, a chanceler alemã, Angela Merkel, havia sido homenageada pela revista.

A “Time”, que faz uma capa especial com a escolha todos os anos desde 1927, deu destaque para as equipes de saúde envolvidas no controle do surto de ebola na África, em 2014.

Frequentemente a publicação concede a honraria a uma entidade que não tem uma organização centralizada. Em 2011, o eleito foi o “manifestante” - em referência a diversos movimentos com pautas variadas, como os participantes da Primavera Árabe e os Indignados (Espanha) e Occupy (EUA).

Os lutadores húngaros da invasão soviética a Budapeste, o soldado americano e a classe média dos EUA já haviam sido eleitos pela revista nos anos 1950 e 60.

 

 

 

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