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Campos Neto que já comandava o TCE-MT após afastamento de 5 conselheiros é eleito presidente do órgão

Sem concorrência, ele foi eleito para ocupar o cargo nesta terça-feira 14 . Campos Neto ocupava a função interinamente desde o afastamento do então presidente Valter Albano e de outros 5 conselheiros por determinação do STF.

 
 -  Gonçalo Domingos Campos Neto foi eleito presidente do TCE-MT  Foto: Thiago Bergamasco/ Agência Phocus
Gonçalo Domingos Campos Neto foi eleito presidente do TCE-MT Foto: Thiago Bergamasco/ Agência Phocus

Candidato único, o conselheiro Gonçalo Domingos de Campos Neto foi eleito nesta terça-feira (14) presidente presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) para o biênio 2018-2019. Campos Neto já estava na presidência desde setembro depois que cinco conselheiros foram afastados da função pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeita de terem recebido propina do governo durante a gestão do ex-governador Silval Barbosa (PMDB).

De acordo com o TCE-MT, a eleição de Campos Neto seguiu as regras previstas no regimento interno da instituição, as quais estabelecem que o conselheiro mais antigo e que ainda não havia ocupado o cargo assuma a presidência.

Os conselheiros substitutos Luiz Henrique Lima e Isaías Lopes da Cunhas foram eleitos vice-presidente interino e o corregedor-geral interino do TCE-MT.

Campos Neto, que é filho do conselheiro aposentado Ary Leite de Campos, ocupa cargo de conselheiro do TCE há oito anos.

Em seu discurso de eleito, ele disse que pretende exercer o trabalho com seriedade, honestidade e serenidade. “Com garra, determinação e a união de todos os conselheiros e servidores, vamos fazer um bom trabalho”, declarou.

Operação Malebolge

Os cinco conselheiros afastados foram alvos da Operação Malebolge, da Polícia Federal, que investiga desvio de dinheiro público, lavagem de dinheiro e crimes contra o sistema financeiro. Durante a operação, os gabinetes dos conselheiros foram alvos de mandados de busca e apreensão.

A decisão do STF atingiu o então presidente do TCE, Valter Albano, e os conselheiros Antônio Joaquim, José Carlos Novelli, Waldir Júlio Teis e Sérgio Ricardo de Almeida. Eles foram citados em delação feita pelo ex-governador Silval Barbosa (PMDB) à Procuradoria-Geral da República.

Na delação, Silval afirmou que os conselheiros exigiram propina para não prejudicarem o andamento das obras da Copa do Mundo no estado. Ele disse ter pago R$ 53 milhões. Na delação, consta que a maioria das fraudes teria ocorrido por meio do programa MT Integrado, lançado em 2013, durante o governo Silval.

Todos os conselheiros afastados negam as acusações.

 

 

 

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