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Prazo para encerramento da CPI da PBH Ativos termina sem votação do relatório

Ainda assim, as mais de 40 mil páginas produzidas e os documentos levantados pela comissão serão colocados à disposição dos órgãos de fiscalização e controle, informou o relator Gilson Reis PC do B .

 

O prazo para os vereadores encerrarem a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga supostas irregularidades na empresa municipal PBH Ativos terminou nesta segunda-feira (13), sem a votação do relatório.

A reunião para a votação ocorreu nesta tarde, data remarcada após tumulto e esvaziamento da sessão marcada para a última sexta-feira (10), também foi marcada por divergências, e suspensa por diversas vezes.

Ao ser retomada, o sub relator Pedro Patrus (PT), e o relator, Irlan Melo (PR) expuseram seus pontos de vista com a leitura das centenas de páginas dos relatórios por eles produzidos.

Os sete vereadores integrantes da CPI decidiram votar primeiro o texto do relator. A aprovação desse relatório descartaria a necessidade de discussão dos outros relatórios. “O meu relatório é um relatório técnico, baseado em interpretação da lei, e eu faço isso como jurista que sou há 20 anos. E é por isso que eu tenho essa responsabilidade. Não vou me filiar a nenhuma argumento político-partidário. O meu relatório é técnico”, afirmou o vereador Irlan Melo.

A minha iniciativa desde o início da CPI foi construir um documento único, que pudesse levar em consideração não só os documentos, mais de 45 mil páginas que nós temos aqui em nossas mãos, mas as posições do Tribunal de Contas da União, Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais, o Ministério Público, que todos eles consideram fraudes no processo da construção da PBH Ativos e das operações financeiras”, contrapôs Gilson Reis.

O vereador Gilson Reis (PC do B), que preside a CPI, informou que, mesmo com o encerramento do prazo, as mais de 40 mil páginas produzidas e os documentos levantados pela comissão serão colocados à disposição dos órgãos de fiscalização e controle.

O ex-prefeito Marcio Lacerda (PSB) disse por meio de nota que o relatório final apresentado pelo vereador Irlan Melo comprova de forma muito clara e objetiva que não houve nenhuma irregularidade na atuação de PBH Ativos.

A CPI foi instaurada no fim de maio para investigar supostas irregularidades na PBH Ativos, empresa criada na gestão de Marcio Lacerda (PSB) para cuidar de parcerias com empresas privadas.

Os vereadores investigaram supostas ilegalidades em contratos e operações financeiras nas parcerias público-privadas, o descumprimento da lei de responsabilidade fiscal e prejuízos aos cofres públicos. Tudo foi descartado pelo relatório final apresentado pelo relator da CPI.

 

 

 

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