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Análise de credores sobre dívida venezuelana em Nova York é estendida

Governo de Maduro busca começar um processo para restruturar sua dívida e evitar assim uma moratória.

 
 -  O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, exibe uma nota de 100 mil bolívares durante reunião com ministros em Caracas, na quarta-feira  1º   Foto:
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, exibe uma nota de 100 mil bolívares durante reunião com ministros em Caracas, na quarta-feira 1º Foto:

A Associação Internacional de Swaps e Derivativos (ISDA), decidiu nesta segunda-feira (13) convocar uma nova reunião nesta terça-feira para avaliar as consequências do atraso no pagamento de títulos da estatal petroleira venezuelana PDVSA.

O grupo votou nesta segunda a favor de "se reunir novamente na terça-feira 14 de novembro às 16H00 GMT (14H00 de Brasília) para continuar as discussões sobre este assunto", informou à AFP a diretora de Comunicação da ISDA, Lauren Dobbs.

Leia também: Venezuelanos investem em bitcoin para encarar desemprego, hiperinflação e falta de notas

Em um breve comunicado, a entidade informou que "recebeu informações suplementares nesta segunda-feira e verificou-as com as questões já existentes, sobre se ocorreu uma cessação de pagamentos com relação à PDVSA, que ainda está sendo considerada".

O comitê da ISDA, composto por 15 empresas financeiras, já tinha realizado uma reunião na sexta-feira decidir sobre o atraso nos pagamentos de US$ 1,161 bilhão por parte da PVDSA.

O governo de Caracas garantiu que realizou os pagamentos, apesar de essa informação não ter sido confirmada pelos credores.

Neste cenário, uma decisão contrária da ISDA daria início à ativação dos Credit Default Swaps (CDS, que funcionam como seguros dos donos de bônus).

Quase 70% dos donos de títulos são americanos e canadenses. Em Caracas, o governo tinha previsto para esta segunda-feira começar um processo para restruturar sua dívida e evitar uma moratória.

O presidente Nicolás Maduro afirmou que a Venezuela "nunca" se declarará em default, ao renovar o convite aos proprietários de títulos para renegociar a dívida de seu país e da petroleira PDVSA de quase US$ 150 bilhões.

Leia também: Brasil comunica ao Clube de Paris que Venezuela está em 'default'

 

 

 

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