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Ex-prefeito Alberto Bejani é transferido para presídio em Juiz de Fora

Ele cumpre pena em regime semiaberto na Penitenciária José Edson Cavalieri.

 
 -  Bejani é transferido para penitenciária em Juiz de Fora  Foto: Rafael Antunes/G1
Bejani é transferido para penitenciária em Juiz de Fora Foto: Rafael Antunes/G1

O ex-prefeito Carlos Alberto Bejani foi transferido neste domingo (12) para a Penitenciária José Edson Cavalieri, em Juiz de Fora. Ele estava preso no Complexo Penitenciário Nelson Hungria, em Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte.

De acordo com a assessoria de Bejani, ele foi transferido por progressão de regime. O ex-prefeito ficará preso em regime semiaberto, tendo direito de sair durante o dia para trabalhar e indo dormir todos os dias na penitenciária.

O ex-prefeito foi condenado por corrupção passiva por receber vantagens indevidas para beneficiar uma construtora em licitações fraudulentas durante a primeira administração na Prefeitura, entre 1989 e 1992. A pena dele foi de sete anos, nove meses e dez dias de reclusão, além de pagamento de multa por 155 dias.

Bejani foi preso no dia 11 de junho de 2016, na casa dele, no Bairro Aeroporto, após cumprimento de ordem judicial pela Polícia Civil. No dia 27 do mesmo mês ele foi transferido da Penitenciária Ariosvaldo Campos Pires, em Juiz de Fora, para o Complexo Penitenciário Nelson Hungria, em Contagem.

Entenda o caso

Em fevereiro de 2014, Bejani foi condenado a oito anos e quatro meses de detenção, em regime fechado, além do pagamento de multa de um salário mínimo por dia por 166 dias, pela 3ª Vara Criminal de Juiz de Fora. Na ocasião, ficou comprovado que durante a primeira administração como chefe do Executivo, entre 1989 e 1992, ele tinha recebido vantagens indevidas por beneficiar, através de licitações fraudulentas, uma construtora.

Segundo a denúncia do MPMG, em 1990 o proprietário da empresa doou um lote e dinheiro ao ex-prefeito que, em contrapartida, contratou a construtora para execução de três obras na cidade, afrontando os procedimentos licitatórios normais. Uma das obras seria referente a serviços de captação de águas, no Bairro Bandeirantes, e outras duas seriam construções das escolas municipais dos bairros Santa Cecília e São Geraldo.

O político recorreu da decisão, refutando as alegações de que a aquisição do terreno no loteamento, em junho de 1990, não foi feita por preço subfaturado e alegando que o depósito foi um empréstimo para ajudá-lo em um período de dificuldades financeiras, o que não se configuraria como doação, visto que foi feito em instituição bancária oficial.

Em fevereiro de 2015, o recurso foi parcialmente acatado pela 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), em Belo Horizonte. No ato, a condenação foi mantida, mas houve redução da pena para sete anos, nove meses e dez dias de reclusão, também em regime fechado, além de pagamento de multa por 155 dias.

 

 

 

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