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Mulher que tinha denunciado o ex várias vezes por agressão é morta na frente da mãe e dos filhos em Araputanga MT

Havia medida protetiva para que o ex-marido não se aproximasse de Rita Jorge da Silva, de 34 anos. Segundo a polícia, José Antônio disse para a vítima parar com o processo de divórcio e quando ela se recusou ele começou a atirar contra ela.

 
 -  Rita Jorge da Silva, de 34 anos, foi morta a tiros pelo ex-marido, de quem estava se divorciando, segundo a polícia  Foto: Facebook/Reprodução
Rita Jorge da Silva, de 34 anos, foi morta a tiros pelo ex-marido, de quem estava se divorciando, segundo a polícia Foto: Facebook/Reprodução

Uma mulher de 34 anos foi assassinada em Araputanga, a 371 km de Cuiabá, no final da tarde de domingo (12). Rita Jorge da Silva, de 34 anos, foi baleada na frente da mãe dela, de 73 anos, de uma irmã e dos filhos. O crime, segundo a Polícia Civil, foi cometido pelo ex-marido dela, que não aceitava a separação.

Havia uma medida protetiva para que José Antônio Caetano, também de 34 anos, não se aproximasse da vítima.

O investigador da Polícia Civil Ivo de Paula Ribeiro disse que Rita estava na calçada em frente à casa da mãe, na companhia da mãe, dos filhos e da irmã quando o ex-marido chegou de moto e pediu que ela parasse com o processo de divórcio.

"Ela disse que não iria suspender o processo e então ele sacou um revólver e começou a atirar contra ela. A vítima correu para dentro da casa, mas já tinha sido baleada e caiu na varanda da casa, onde morreu", afirmou o policial.

Segundo ele, Rita já tinha registrado várias denúncias contra o ex-marido por agressão. "Eles viviam em conflito, brigavam e separavam, por isso, não acreditavam que ele tivesse coragem de fazer isso", disse o investigador.

Ele afirmou que desde a separação a vítima estava morando na casa da mãe, com os filhos.

A mãe, inclusive, tentou evitar que José Antônio atirasse contra a filha. "Ela tentou segurá-lo para que ele não atirasse, mas não conseguiu e ele continuou atirando. Quando viu a filha estava ferida, a mãe colocou pó de café para tentar estancar o sangue, sem imaginar a gravidade do estado da filha", contou o investigador.

Depois do crime, o suspeito fugiu e ainda não foi localizado.

Outras duas mulheres foram mortas no fim de semana em Mato Grosso. Aline Cosmo da Silva, de 22 anos, em Primavera do Leste, a 239 km de Cuiabá, e Solange dos Reis, de 41 anos, em Sinop, a 503 km da capital.

 

 

 

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